Tudo o que você precisa saber sobre Hora Extra!

No Brasil, a maioria dos empregados é contratada pelo regime CLT. Portanto, o tempo máximo de trabalho permitido por lei é de 8 horas diárias, ou seja, 44 horas semanais.

No entanto, é comum haver situações em que os funcionários são obrigados a permanecer mais tempo do que o horário normal de trabalho. É aí que entram as horas extras, um tema que interessa porque envolve remunerar a mais aos assalariados.

Você também deve saber que as horas extras são as principais culpadas em ações judiciais. Isso se deve em grande parte às divergências entre assalariados e empregadores quando se trata de pagamentos em atraso.

Confira agora o que você precisa saber sobre horas extras e como conseguir o que você merece.

Quando as horas extras precisam ser pagas?

Se o empregado trabalhar além da jornada normal de trabalho sem qualquer compensação no banco de horas, as horas extras deverão ser compensadas.

Também são devidos quando trabalham durante os intervalos ou mesmo quando não são concedidos intervalos durante a jornada de trabalho ou entre uma jornada de trabalho e outra.

O colaborador pode se recusar a fazer hora extra?

Se as horas extras estiverem estipuladas em contrato escrito ou acordo coletivo de trabalho, o especialista não pode se recusar a trabalhar. No entanto, de acordo com a CLT, os empregadores não podem exigir que seus empregados façam horas extras por mais de duas horas por dia.

Além disso, se houver uma justificativa razoável ou se a exigência de horas extras for habitual, a vontade do funcionário deve ser respeitada, por isso fique ligado.

Como pode ser paga?

O pagamento de horas extras deve aumentar em 50% de segunda a sexta-feira e em 100% aos domingos e feriados.

Consequentemente, as horas extras são mais valiosas do que as horas normais de trabalho. É importante prestar atenção a este ponto para obter o valor de todas as horas que você merece.

É possível compensar horas extras com folgas. Isso vai para o seu banco de horas e deve estar previsto no acordo coletivo da categoria. A cobertura pode ser de até 12 meses se você tiver um banco de horas estabelecido.

Como deve estar estipulado no contrato?

O contrato de trabalho deve conter toda a informação relativa ao trabalho prestado, incluindo, desde o início hora de entrada e saída, descanso e possibilidade de trabalho extraordinário.

Você também deve incluir o valor do salário e o percentual de horas extras, bem como a forma de pagamento. Caso não esteja incluído o percentual de adicional de horas extras, o valor será o mínimo imposto pela constituição que é de 50%.

Em que tipo de contrato a hora extra não é prevista?

Os empregados estão proibidos de fazer horas extras em um contrato em que são contratados para trabalhar não mais do que 25 horas semanais, pagas proporcionalmente à jornada de trabalho em relação a um empregado de tempo integral no mesmo trabalho. Os trabalhadores domésticos também não têm direito a hora extra.

Nesta fase, ao elaborar um contrato com uma empresa ou com um empregador direto, é importante ter uma documentação clara e a ausência de conflitos que possam levar a uma dupla interpretação no futuro. Você começa a reivindicar seu direito de receber o que merece, por exemplo, horas extras, na formulação do contrato.

Como calcular hora extra do colaborador na viagem de trabalho?

Tudo vai depender de como o trabalhador foi contratado, pois se sua atuação for externa e incompatível com o controle da jornada de trabalho, não são devidas horas extras.

havendo meio compatível com a fixação e controle da jornada de trabalho, ainda que o trabalho seja realizado ao ar livre, o trabalhador terá direito a horas extras consideradas no valor da hora acrescido de, no mínimo, 50%.

A jornada de trabalho real será adicional, mas na prática isso cria muitos problemas, especialmente porque não há consenso se o tempo do empregado fora de casa (por exemplo, deslocamentos e pernoites em um hotel pode ser considerado como tempo disponível. do empregador e, portanto, extraordinário.

Por quanto tempo a empresa pode acumular horas extras?

Normalmente, deve ser custeado até um mês após a prestação do serviço a menos que a empresa acerte o chamado banco de horas extras junto ao sindicato de classe dos empregados.

Neste caso, as horas extras prestadas convergem para a conta bancária do assalariado e devem ser compensadas no prazo de 12 meses após a sua realização, sob pena de serem pagas.

Caso não haja banco de horas, o prazo máximo é de 30 dias; se houver banco de horas definido por lei, que não pode ser imposto unilateralmente, mas deve ser negociado e aprovado com o sindicato, neste caso o prazo é de no máximo 12 meses.

Por quanto tempo a empresa pode acumular horas extras?

Como o controle de frequência é um documento corporativo e só é necessário se houver mais de 10 funcionários, os funcionários são obrigados a registrar as horas extras.

A lei determina que os controles de assiduidade devem ser confiáveis ​​e refletir a jornada real de trabalho. Mensalmente o controle deve ser apresentado ao empregado para verificação e, caso ele concorde, para assiná-lo.

Esses documentos serão apresentados ao tribunal em caso de reclamação de trabalho extraordinário. No entanto, os maus empregadores proíbem a marcação do turno real nos controles, de modo que o funcionário deve obter evidências do turno extra por outros meios, como testemunhas.

É possível controlar a quantidade de horas trabalhadas dos colaboradores?

A resposta é SIM! O fSense é o único Sistema de Monitoramento disponível no mercado com o recurso chamado de Bloqueio de Máquina fora da jornada de trabalho. Isso ajuda você a identificar os hábitos, comportamentos e necessidades individuais e coletivas de sua equipe. Isso permite que você desenvolva estratégias para reduzir horas extras.

Além disso, você tem mais economia com a visão clara dos registros de atividades nas estações de trabalho. Identifique possíveis gargalos na operação diminuindo hora extra. Conheça nossos planos e aproveite todos os benefícios que só o fSense traz para você!

Você sabe o que é Inbound Recruiting? Descubra como aplicar na sua empresa!

Cada vez mais, o setor de RH deve lidar com funcionários com uma perspectiva diferente. A gestão de talentos chegou ao ponto em que são tratados como clientes internos. E é aqui que entra o recrutamento. Contratações ruins têm muitos efeitos em uma empresa, desde custos de rescisão e problemas financeiros associados a novas contratações até produtividade reduzida.

Assim, o papel dos recursos humanos torna-se cada vez mais estratégico em termos de recrutamento e seleção, e desenvolvimento de processos mais assertivos. É por isso que você precisa saber sobre o recrutamento interno e como esse processo pode te ajudar a recrutar os melhores profissionais para o seu negócio.

Mas o que é Inbound Recruiting?

Recrutamento é o processo de atrair, engajar e encantar potenciais funcionários.

Muitas pessoas podem estranhar quando pensam que confundimos com inbound marketing, mas na realidade a prática usada hoje em RH apareceu pela primeira vez nas equipes de marketing.

É um método que promete revolucionar os processos tradicionais de recrutamento e seleção e oferece inúmeros benefícios para os negócios.

Dentre elas, a mais relevante é atrair pessoas que já possuem um relacionamento com a marca e se engajam ativamente.

Quais as vantagens do Inbound Recruiting?

Mais relevante

Mais adiante, na fase de recrutamento inbound, você olhará que quando uma pessoa declara que quer acompanhar sua empresa, ela já mostra sinais de identificação com sua missão, visão e valores.

Eles buscaram sobre a empresa e com essas informações decidiram que pode ser um bom lugar para trabalhar.

Agora cabe à equipa de recursos humanos alimentá-los com informações relevantes que só aumentam essa vontade e melhoram a experiência criando valor de forma profunda.

Otimize o processo de seleção

Ao fazer processos seletivos com pessoas que já manifestaram interesse na empresa, torna-se mais fácil encontrar a pessoa certa para o trabalho.

Isso porque os stakeholders já sabem o que a empresa faz e se identificam com sua cultura. Assim, o processo de recrutamento e seleção é muito mais veloz.

Promova a empresa no mercado

Um dos objetivos de investir nessa estratégia é promover a sua marca no mercado. Graças a uma excelente experiência, os interessados ​​ tornam-se verdadeiros defensores da marca ajudando a divulgá-la e atraindo cada vez mais talentos.

Também afeta o tempo consumido no processo de seleção para melhorar a produtividade da equipe de RH.

Quais as etapas deste processo?

O processo de recrutamento interno pode ser dividido da mesma forma que o funil de mercadologia interno; no entanto, no final, em vez de um cliente você tem um funcionário. Na medida que o candidato passar por cada etapa do funil de recrutamento, ele se tornará cada vez mais qualificado para ocupar uma vaga na empresa.

Atração

A atração é o momento em que um estranho interage pela primeira vez com a marca empregadora. Ele fica sabendo da sua empresa e algo chama sua atenção, fazendo com que ele queira saber mais.

Na medida em que o interesse aumenta, ele começa a pesquisar sobre a empresa, entender os produtos e/ou serviços oferecidos, como é a cultura interna e muito mais.

Nesta fase do recrutamento é importante usar as margens da empresa para atrair talentos assim como: usar depoimentos, fotografias e outras proclamações sobre a empresa.

Conversão

As partes interessadas serão líderes neste departamento e realmente consideravam ingressar na empresa se tivessem a oportunidade.

Os interesses podem ser gerados de várias maneiras, como se inscrever em um boletim informativo, enviando seu currículo para o banco de talentos ou mesmo se inscrever no processo seletivo.

Aqui, é importante pensar em uma regra de conteúdo que realmente vai chamar a atenção dos potenciais clientes e fazer com que eles queiram entrar em contato com a sua empresa. Por isso, é importante realizar testes periódicos e pensar em conteúdos personalizados para cada perfil de profissional que deseja contratar.

Algumas dicas são: entrevistas com pessoas que entraram em cargos baixos e ascenderam à gestão, conteúdo mostrando a vida cotidiana no escritório ou home office, etc.

Fechamento

Este é o momento em que os potenciais clientes se tornam verdadeiros candidatos ao emprego. Isso geralmente é feito por meio de notificações, por e-mail ou por meio de contatos escolhidos pela sua empresa.

Se você comparar com um processo de recrutamento que não coleta leads antes da publicação da vaga, verá que eles começam já na fase de fechamento. Isso, por sua vez, atrai pessoas que têm pouco ou nenhum conhecimento sobre a empresa.

Quando o processo de conversão aconteceu antes, a empresa sabe que as pessoas estão realmente interessadas em engajar, e se identificar com a cultura da empresa.

Colocando em prática na sua empresa

Agora que você sabe o que é recrutamento inbound e como ele funciona, vamos discutir como integrá-lo à sua rotina de RH para colher todos os benefícios.

1 – Entenda o perfil do candidato ideal

O primeiro passo em qualquer processo de recrutamento interno é identificar os funcionários ideais para sua empresa.

Para isso, é importante envolver os líderes e gestores a fim de orientar o RH na identificação das “hard and soft skills” necessárias, tanto para se integrar à cultura organizacional quanto para a realização das atividades necessárias.

Isso é semelhante ao conceito de “persona” em mercadologia, mas com foco nos clientes internos.

Uma dica importante aqui é ser específico e diferenciar o perfil dos diferentes cargos e equipes, afinal, um vendedor e um técnico de TI devem ter competências diferentes.

2 – Desenvolva estratégias para atrair essas pessoas.

Depois de encontrar o perfil do seu colaborador ideal, é hora de descobrir como chamar a atenção dele e se comunicar.

Isso é importante porque você precisa entender como transmitir informações importantes sobre a empresa. Para isso, é importante criar os mais diversos conteúdos para promover a sua marca.

Alguns exemplos são vídeos, podcasts, e-books, etc. É importante usar uma estratégia de troca de informações. As partes interessadas oferecem um formulário de contato para trocar essas informações.

Outras estratégias eficazes incluem a promoção de compartilhamento, promoções de marketing interno nas mídias sociais e transformar funcionários em promotores da marca.

3 – Crie uma estratégia de desenvolvimento

Uma vez que o candidato tenha fornecido os dados de contato, é importante usá-los para fornecer informações relevantes. Dessa forma, o relacionamento com a empresa é formado gradativamente.

Você pode enviar por e-mail sugestões de artigos relacionados ao seu weblog, produzir conteúdos sazonais etc. Aqui, é importante entender profundamente a persona, usando esses dados para criar conteúdos personalizados capazes de captar a atenção e o interesse.

É importante ter em conta que a relação entre o candidato e a empresa se estabelece na entrega de valor, pelo que a personalização dos conteúdos é essencial. Assim se constrói uma boa imagem perante os interessados ​​e chegará o momento de enviar uma proposta de emprego.

4 – O candidato se tornou um colaborador

Agora que você já conseguiu captar mais um colaborador engajado com a sua empresa, chegou a hora de manter a produtividade e o bem-estar dos novos contratados. 

O fSense é o Software de Monitoramento de Computadores que identifica oportunidades que estão impedindo sua empresa de manter um alto rendimento. Além de fazer registros contínuos das atividades das estações de trabalho monitoradas e organizar as informações em um dashboard prático.

Nós te ajudamos a identificar hábitos, comportamentos e necessidades individuais e coletivas da sua equipe possibilitando traçar estratégias para diminuição de hora extra.

Como vencer o capacitismo nas empresas?

A luta pelo fim do preconceito, por inclusão e respeito ganhou muita visibilidade ao longo desses últimos anos. Só que mesmo com tanta evolução, muitos avanços ainda são necessários. É o caso do capacitismo dentro das empresas, por exemplo. Esse conceito busca tratar de uma forma de preconceito que discrimina aquelas pessoas que possuem algum tipo de deficiência, enxergando-as como incapazes de fazer um trabalho tão bom quanto qualquer outra pessoa.

No mercado de trabalho essa situação é bem comum e interfere de forma negativa em aspectos como clima organizacional, trabalho em equipe, além da busca por inclusão que é tão importante para o mercado.

Se você quer combater o capacitismo na sua empresa, você veio ao lugar certo.

Como o capacitismo acontece?

Não é nenhuma novidade que o preconceito e a exclusão são problemas presentes e enraizados na nossa sociedade. Isso faz com que eles possam se manifestar de várias formas. 

Por muitas vezes, o mercado de trabalho é um ambiente competitivo, pois os profissionais buscam mostrar o que tem de melhor para conseguir benefícios, salários maiores, melhores oportunidades, etc. Esse contexto favorece o surgimento do capacitismo dentro dessas companhias. 

O capacitismo às vezes ocorre em um primeiro momento parecendo algum  tipo de atitude positiva ou empática, com a superproteção, piedade e elogios exagerados a essas pessoas.

Mesmo que de forma inconsciente e até velada, essas manifestações reforçam estereótipos que colocam os PCD’s como incapazes.

Quais as medidas um Gestor de RH pode tomar para combater o capacitismo?

O RH  tem um papel primordial junto às demais áreas na busca pelo fim do capacitismo dentro da empresa. Uma das consequências diretas por se combater esse tipo de preconceito é a melhora do clima organizacional, que impacta diretamente em índices que o RH precisa reduzir, como o turnover e o absenteísmo, por exemplo.

O RH pode investir em diversas estratégias que envolvem toda a companhia e englobam a geração de conhecimento até ações mais práticas para a promoção da acessibilidade no ambiente de trabalho.

Tenha uma liderança engajada e treinada

Não é nenhuma novidade que os líderes nas organizações realizam um papel fundamental de difundir a cultura organizacional, influenciando as equipes de várias maneiras. Um líder de verdade exerce um papel de propagar as ideias que são trazidas da diretoria para seus liderados. Isso mostra a importância daquilo para a empresa e para o trabalho feito nela.

Para isso, os líderes devem assumir o papel de mostrar para a sua equipe a importância de se combater o capacitismo. Seja por meio da propagação de informações, estando abertas, inclusive, escutarem os seus funcionários, tirarem as dúvidas e até criar um canal de denúncias para ocorrências de discriminação e preconceito. 

Reforce a necessidade do trabalho em equipe

Para que a empresa tenha um bom funcionamento o trabalho em equipe é fundamental, principalmente quando o assunto é diversidade, a empresa deve buscar aproveitar as qualidades de cada colaborador, formando assim, equipes mais diversas que se completam.

Equipes formadas com pessoas deficientes aumentam as chances de incentivo a inclusão, isso faz com que os próprios colaboradores entendam a importância de estimular a diversidade. Isso cria um ambiente muito mais saudável, onde a confiança, o respeito criam um sentimento de pertencimento ao grupo.

Por meio do conhecimento

É importante que você como gestor de RH, saiba gerar conhecimento sobre o tema, pois é uma das maneiras mais eficazes de se combater o capacitismo nas empresas. A produção e propagação de informações contribuem para tirar a representação de algo negativo em torno da deficiência.

A partir do momento em que as pessoas entenderem a necessidade e a profundidade  de um tema como esse, ouvem histórias e através disso, praticam a empatia e respeito consequentemente o preconceito vai perdendo o seu lugar ali.

Existem várias formas de gerar esse conhecimento, se liga em alguns exemplos que podem te inspirar:

  • Palestras
  • Campanhas internas
  • E-mails
  • Portais, como site, blog e intranet
  • Mídias sociais da empresa

O propósito é falar abertamente sobre o assunto, inclusive dando espaço para que as pessoas com deficiência se sintam mais confortáveis em falar sobre o tema, além de incentivar a produção de conteúdo, com o objetivo de esclarecer dúvidas e combater preconceitos.

Outra dica é promover espaços e contextos de socialização que estimulem a interação entre pessoas com e sem deficiência.

Mas é preciso atenção, a empresa deve tornar esse tema algo do dia a dia dos colaboradores, que precisa ser combatido sempre. Cuidado para não trabalhar o tema somente em datas comemorativas.

Acessibilidade no trabalho

De que adianta falar todos os dias sobre capacitismo, se a empresa não faz o mínimo e o que manda a lei quando falamos de acessibilidade, que inclusive, é um direito garantido. O movimento contra o capacitismo no mercado de trabalho deve buscar sempre o respeito e a inclusão das pessoas PDC’s, isso começa pela acessibilidade em prática.

Na hora de colocar em prática, a acessibilidade deve considerar todos os tipos de deficiência e levar em conta, por exemplo, o acesso aos banheiros, elevadores, rampas, materiais em braile, sons para deficientes visuais e outras adaptações necessárias.

É possível observar que o capacitismo, assim como outras formas de preconceito, contribui para provar os direitos e a dignidade das pessoas com deficiência, perpetuando a desigualdade e a injustiça social. 

E aí, quer ajudar a combater esse mal que existe no nosso meio de trabalho? Com as soluções fSense você consegue. Faça o monitoramento de computadores da sua empresa e aproveite todos os benefícios que só a fSense traz para você.

Como um software de monitoramento de computadores pode ser útil em todos os setores da sua empresa?

Os softwares de monitoramento de computadores são utilizados para, não só registrar todas as atividades dos colaboradores, mas também, para analisar esses dados e gerar insights individuais e coletivos que podem ajudar a sua empresa.

Nesse sentido, para não assustar os colaboradores, é necessário que a corporação seja transparente e apresente quais são as regras de monitoramento e como o sistema funciona. Pois, esses programas só são liberados se não ferirem a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

Pensando nisso, para te ajudar a entender como essas ferramentas funcionam, abaixo preparamos um conteúdo que mostra como um software de monitoramento de computadores, como o fSense, pode ser útil em todos os setores da sua empresa. Confira!

 

Quais setores da minha empresa podem utilizar software de monitoramento?

Os softwares de monitoramento podem ser utilizados por diversos setores do mercado, sem exceção, porém setores como de saúde, manutenção e atendimento presencial ao público podem não ver tanta utilidade para essas ferramentas.

Agora, empresas de setores como telemarketing, contabilidade, tecnologia, atendimento digital e escritórios em geral, podem e devem utilizar essas ferramentas.

Pois, como explicamos acima, esses programas ajudam a coletar dados importantes para o crescimento das empresas. Assim, fica mais fácil resolver gargalos, dar feedbacks e até mesmo, diminuir o excesso de horas extras.

Nesse sentido, abaixo separamos quais setores, dentro das empresas, podem utilizar esses softwares de monitoramento.

  • Atendimento ao cliente (telemarketing): como esse setor funciona por demanda e na maioria das vezes tem filas, um software de monitoramento de computadores irá trazer dados de tempo real e inativo, tempo de ligação, capturas de tela aleatória e encerramento da jornada de trabalho através do bloqueio da máquina. Com esses dados, o gestor consegue analisar os atendimentos, aumentar a produtividade, diminuir as horas extras, dar feedbacks assertivos e identificar skills que podem virar promoções.
  • Financeiro: como esse setor mexe com dados sensíveis, utilizar esses softwares é uma forma de garantir segurança aos dados. Além disso, essas ferramentas proíbem o uso de sites indevidos e assim, bloqueiam as ameaças que existem nesses sites.
  • Contábil: parecido com o caso do setor de atendimento ao cliente, utilizar esses programas no setor contábil também é uma forma de conhecer a equipe, reduzir problemas e gargalos (como a opção de automatizar demandas repetitivas) e aumentar a performance da equipe. Além disso, é uma forma de evitar vazamento de dados, já que esse setor utiliza dados sensíveis de clientes.
  • Jurídico: aqui a questão também é a segurança de dados e controle de jornada de trabalho que pode se estender, além do permitido pela lei CLT.
  • Marketing: aqui também a ideia é identificar problemas e tentar solucioná-los de forma mais rápida. Além disso, com os dados individuais e coletivos é possível dar feedbacks mais realistas e assim, aumentar a produtividade do time, como também implantar metas mais tangíveis.
  • Compliance: outro setor que a atuação desses sistemas é essencial são nas medidas de compliance. Pois, como a ferramenta monitora o computador, o colaborador fica limitado a acessar apenas o que a empresa permite e isso evita com que casos de compliance aconteçam. Além disso, caso haja vazamento de dados, esses softwares fazem capturas aleatórias de telas que podem ajudar a desvendar como o vazamento aconteceu.
  • RH: no setor de RH não é diferente! Pois, um sistema de monitoramento irá ajudar na diminuição do tempo ocioso, aumento da produtividade, rendimento e performance da equipe e redução das horas extras, quando não necessário.
  • Operações de cobrança: Operações que mexem com dados e com equipes que fazem atendimento ao cliente devem sempre se preocupar com a proteção desses dados e também com a produtividade dos seus colaboradores. Por isso, sistemas de monitoramento de computadores são importantes para a operação. Pois, com eles é possível acompanhar as atividades dos colaboradores, fazer a gestão eficiente do rendimento das equipes, identificar falhas que estão impedindo sua empresa de estar em conformidade com as normas e outros benefícios. Além disso, o gestor consegue acompanhar a equipe em tempo real e ter acesso imediato a insights valiosos que podem auxiliar na gestão da operação.

 

O que é o fSense e como ele pode ajudar no monitoramento dos setores?

O fSense é um software de monitoramento de computadores em nuvem que registra as ações executadas nas estações de trabalho em que é instalado, coletando informações que servem para que o gestor otimize e monitore o desempenho da sua equipe de trabalho.

Dessa forma, o fSense funciona através da instalação de um agente desktop coletor na máquina. E, instalado ele já começa a coletar informações sobre quais sites, aplicativos e sistemas estão sendo utilizados pela sua equipe durante sua rotina de trabalho.

Além disso, o fSense oferece:

  • Monitoramento do seu time a distância com uma gestão eficiente: O fSense faz registros contínuos das atividades das estações de trabalho monitoradas e organiza as informações em um dashboard prático;
  • Aumento da produtividade da equipe: Com o fSense é possível gerar um aumento de até 40% na produtividade da sua equipe. Tudo isso de maneira precisa e de acordo com as metas da sua empresa;
  • Gestão de compliance de forma segura: O fSense monitora o uso de computadores e registra o acesso a sites e aplicações não aprovado pela empresa;
  • Monitoramento dos comportamentos dos colaboradores: O fSense te ajuda a identificar hábitos, comportamentos e necessidades individuais e coletivas da sua equipe possibilitando traçar estratégias para diminuição de hora extra.

Já as funcionalidades são:

  • Dashboard com gráficos descomplicados;
  • Resumo das atividades monitoradas, ociosidade e máquina bloqueada;
  • Linha do tempo de ações de usuários mostrando início e fim da jornada de trabalho;
  • Captura de tela a cada 30 segundos para análise de processo;
  • Relatórios que podem ser baixados para o excel;
  • Crie jornadas de trabalho e diminua hora extra dos colaboradores;
  • TOP10 websites e aplicações;
  • Garanta a visão hierárquica das equipes conforme sua estrutura organizacional.

Portanto, o fSense é útil para monitoramento remoto ou presencial, para qualquer tipo e tamanho de empresa e para negócios que têm necessidade de controlar tempo de trabalho, precisam identificar acessos indevidos, melhorar os processos e compliance, reduzir hora extra e reduzir custos.

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Mitos e verdades sobre um software de monitoramento de computadores

Os softwares de monitoramento de computadores viram tendência com o home office, pois assim, as empresas conseguem monitorar as atividades dos colaboradores, além de levantar dados que possam ajudar no aumento da produtividade e reconhecimento de skills.

Entretanto, a adoção dessas ferramentas levanta uma série de questões sobre privacidade e segurança no ambiente de trabalho. Isso porque, para supervisionar o desempenho do trabalhador, esses programas monitoram o tempo de uso, a jornada de trabalho e tiram capturas da tela, práticas, essas que podem ferir a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). 

Por isso, para tirar suas dúvidas sobre o uso desses softwares, abaixo separamos o que é mito e o que é verdade. Confira!

 

Esses softwares funcionam como espião?

 

Mito. Os softwares de monitoramento de computadores cumprem com as regras da LGPD e eles não são utilizados para espionar os funcionários, mas sim, para medir a produtividade deles durante as horas de trabalho. 

Assim, esses programas registram e analisam todas as atividades dos colaboradores e geram dados individuais e coletivos que só os gestores têm acesso.

 

Os colaboradores devem saber da utilização do software de monitoramento de computadores?

 

Verdade. Pela lei, as empresas devem deixar claro como eles funcionam e qual o objetivo. Além disso, a empresa deve avisar da utilização desses software no recrutamento e seleção de novos colaboradores.

Esses softwares bloqueiam sites que não se pode acessar no computador?

 

Verdade. O gestor, de acordo com a política da empresa, pode bloquear o acesso de sites indevidos a carga de trabalho impossibilitando o acesso a eles.

 

A utilização desses softwares é feita apenas em home office?

 

Mito. Várias empresas utilizam software de monitoramento de computadores no modelo de trabalho presencial também. 

Isso porque, essas ferramentas servem para registrar e analisar todas as atividades dos colaboradores, e assim, gerar dados e insights individuais e coletivos para que os gestores possam reverter a baixa produtividade, tempo ocioso e horas extras, por exemplo. 

 

Essas ferramentas monitoram a câmera, o microfone e tiram screenshots da tela do computador?

 

Sim e não, depende do modelo da ferramenta. O fSense, por exemplo, não acessa a câmera e nem o microfone, apenas tira capturas de telas aleatórias para acesso do gestor.

Agora, existem ferramentas que podem gravar vídeos para analisar o desempenho dos funcionários, ativando a webcam e o microfone do computador. Em casos mais específicos, existem ferramentas que podem usar a webcam da máquina para checar se há outra pessoa no ambiente usando o computador, as empresas alegam essa necessidade se o funcionário trabalha com dados sensíveis, por exemplo.

 

O colaborador pode pedir para não ser monitorado?

 

Não, pois se essa for uma regra da empresa, todos os dispositivos serão monitorados. Mas, tudo dentro da lei.

Por isso, é importante que o setor de RH informe do uso dessa ferramenta já no recrutamento e seleção.

 

A lei proíbe usar esse tipo de software de monitoramento?

 

Mito. Segundo o Art. 6º da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), é permitido ao empregador o uso de meios de supervisão do trabalho.

“Os meios telemáticos e informatizados de comando, controle e supervisão se equiparam, para fins de subordinação jurídica, aos meios pessoais e diretos de comando, controle e supervisão do trabalho alheio”, afirma a lei.

 

Softwares de monitoramento de computadores são perigosos?

 

Mito. Como eles são ferramentas corporativas, todos os dados coletados são de responsabilidade das empresas e não podem ser vazados. Desse modo, não há perigo.

Além disso, se você tem dúvidas, procure seu gestor e veja com ele como a ferramenta funciona. É obrigação das empresas serem transparentes nesse quesito.

 

Esses softwares ajudam mesmo a aumentar a produtividade da equipe?

 

Verdade. Com os dados coletados, o fSense, por exemplo, disponibiliza dashboards inteligentes que mostram vários insights e gargalos da operação.

Assim, o gestor sabe identificar o problema e tem ferramentas para solucioná-lo. Desse modo, se os gráficos indicarem baixa produtividade, o gestor pode dar feedbacks e tentar entender, de forma individual, como ajudar a melhorar o desempenho desse colaborador.

 

Essas ferramentas ajudam a diminuir o excesso de horas extras?

 

Verdade. Uma das funcionalidades desses softwares é o controle do horário de trabalho. No fSense, o gestor pode travar a máquina no horário de saída para que o colaborador não faça horas extras. 

Em casos específicos, o gestor pode desbloquear, mas só ele tem esse acesso.

Portanto, o uso de software de monitoramento de computadores é legal, mas cabe a empresa ser transparente perante ao uso da ferramenta.

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