Home office após a pandemia: entenda porque essa modalidade veio para ficar

Home office após a pandemia: entenda porque essa modalidade veio para ficar

Desde o começo da pandemia do novo coronavírus, muitas empresas recorreram ao modelo de trabalho a distância como forma de manter suas operações e diminuir o impacto da crise sobre os seus negócios. O que aparecer como uma alternativa emergencial, pode acabar se estendendo. Então, como vai ficar o home office após a pandemia?

No Brasil, mesmo que algumas cidades já começaram a flexibilizar o isolamento social, as empresas estão se perguntando se realmente ainda é o momento para voltar a rotina normal de trabalho presencial e encerrar o trabalho remoto.

Neste artigo, vamos mostrar um pouco sobre como diversos negócios estão se posicionando e como o home office está mudando de vez o modo de trabalhar. Continue a leitura!

Home office após a pandemia será definitivo?

Já está bem claro que o novo normal será diferente do antigo normal. Não existe ainda uma data ou se quer uma previsão mais definida sobre o fim da pandemia do novo coronavírus. Mas as empresas já estão se preparando para o momento após esse momento mais caótico para a saúde e a economia do mundo.

Gigantes da tecnologia como Google, Twitter e Facebook já anunciaram que vão prolongar o trabalho remoto pelo menos até 2021. O Twitter já indicou que o home office será uma possibilidade permanente para aqueles que preferirem o modelo de trabalho a distância (e se a função permitir).

 Muitas outras empresas devem acompanhar esse movimento, inclusive no Brasil. Pesquisas internas estão sendo aplicadas para saber as impressões dos colaboradores sobre o modelo de trabalho home office e, assim, embasar a tomada de decisões.

Segundo pesquisa realizada pela consultoria Cushman & Wakefield e publicada pela EXAME, 73,8% das empresas pretendem instituir o home office como uma prática definitiva no Brasil, mesmo com o fim do isolamento social. A pesquisa ouviu 122 executivos de multinacionais que atuam no país.

O estudo também destaca que, antes da pandemia da Covid-19, 42,6% nunca tinha adotado o trabalho remoto. E 23,8% das empresas consideram o trabalho a distância apenas como uma possibilidade em análise

O Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) também realizou um levantamento sobre o cenário de home office e mostrou que esse modelo de trabalho poderá ser adotado por 22,7% das profissões no Brasil. Isso significa um alcance de mais de 20,8 milhões de profissionais

Por que o home office deve continuar?

Existem diversas razões para que o home office esteja se tornando um modelo de trabalho muito mais massificado. As principais, no entanto, estão atreladas a dois tópicos: custos e produtividade.

Redução de custos

As empresas já perceberam que os custos de aluguel, manutenção de espaço físico, água, energia elétrica e internet pode ser muito menores com a adoção do trabalho remoto. Além disso, também diminuem os custos de mobilidade para que o colaborador se desloque da sua casa para o local de trabalho.

Aumento de produtividade

A produtividade sempre é um receio quando não é possível acompanhar seus times de perto. No entanto, muitas empresas já observam que as entregas continuam as mesmas ou até melhores e mais rápidas com o home office.

Como garantir a produtividade no home office?

Mesmo que o cenário que está se desenhando seja positivo para o home office, é importante sempre se basear em dados concretos para a tomada de decisões. Por isso, é preciso avaliar a produtividade, mesmo com suas equipes atuando no modelo de trabalho remoto.

Por isso, uma ferramenta que monitora e avalia a produtividade do seu time home office é uma excelente solução! Dessa forma, é possível acompanhar seu time, sem ter que parar suas atividades para saber o andamento de determinada atividade. Além disso, você conta com relatórios completos em tempo real com diversos indicadores de produtividade.

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