5 problemas causados pela falta de comunicação interna na sua empresa

Qual a relação entre a comunicação interna e o sucesso de uma empresa? Conheça 5 problemas e veja como evitar. 

Segundo o 4ª edição do Relatório de Tendências de Gestão de Pessoas do Great Place To Work (GPTW), a comunicação interna é um dos principais tópicos para ser trabalhado no ano de 2022. Ou seja, ela é uma estratégia organizacional que busca estabelecer canais entre seus colaboradores para trocar informações relevantes na empresa.

De acordo com os profissionais entrevistados, a implementação de novos formatos de trabalho, por conta da pandemia, obrigou as empresas a buscarem novas tecnologias para não comprometer o fluxo de informação.

Além de facilitar o direcionamento de tarefas e difundir as ideias da empresa, a comunicação interna promove o relacionamento entre os funcionários, colaborando, assim, com maior engajamento, produtividade e resultados.

Veja os principais problemas causados pela falta de comunicação interna na empresa. 

5 problemas causados pela falta de comunicação interna

A comunicação interna ineficiente pode trazer grandes transtornos. Segundo a pesquisa do The Economist, 44% dos funcionários de empresas americanas disseram que essa falha causou atrasos ou falhas na entrega de projetos e 52% acreditam que ela é responsável pelo aumento de estresse.

Confira os impactos que a falta da comunicação interna pode provocar.

1 – Pouco feedback

O comportamento dentro de uma organização é ajustado de acordo com o feedback recebido da liderança. Assim, a partir disso, o funcionário consegue perceber se suas atitudes estão alinhadas ao modelo definido pela empresa.

Desta forma, a ausência de retorno dos gestores pode colaborar com a desmotivação e com a piora dos resultados. Além de possibilitar corrigir eventuais erros, o feedback também permite que o colaborador mantenha os processos que estejam corretos.

2 – Baixa produtividade

Se o fluxo de informação está comprometido, além do desperdício de tempo, aumentam as chances de erros durante o processo de criação, como a entrega de informações incompletas, falta de organização dos dados e repetição da mesma tarefa.

Dessa forma, esses ruídos causados pela falta de alinhamento da equipe podem refletir em toda a cadeia, inclusive no atendimento ao cliente. Por isso, a comunicação interna é tratada mais como um investimento do que um custo atualmente, porque impacta diretamente na produtividade. 

3 – Burocracia nos processos

Sem uma comunicação interna clara, cada colaborador cria seus processos e métodos. Assim, as ações não são padronizadas, impactando no prazo e na qualidade da entrega.

Portanto, é necessário criar canais de informações claros e objetivos e oferecer ferramentas para que os processos sejam simplificados e otimizados, tornando o fluxo mais dinâmico e eficiente.

4 – Desalinhamento nas metas

Normalmente, as metas são criadas pelas lideranças e repassadas para todos os times. Assim, sem uma comunicação interna e clareza de perspectivas, cada time ou indivíduo pode traçar metas próprias para se guiar. Por isso, reuniões e feedbacks são necessários para estabelecer canais de comunicação e estimular diálogos constantes sobre os ideais, as missões e as metas da empresa.

5 – Pouca visibilidade de desenvolvimento da equipe

A comunicação interna vai além de uma forma de passar informações adiante. Ela propicia um ambiente favorável para produtividade, desempenho, inovação e desenvolvimento. Sem os recursos certos, o gestor não consegue identificar as ações da equipe e fica sem insumos para viabilizar a comunicação interna. 

Nesse sentido, o fSense é a ferramenta ideal para dar visibilidade ao desenvolvimento da equipe. Com um dashboard completo e intuitivo, é possível entender o comportamento de trabalho do colaborador e do time, identificando gargalos, falhas e processos que necessitam de melhoria. Com dados em mãos, é mais fácil abrir um canal de conversa e melhorar a comunicação interna. 

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Kanban: como utilizar esse método de gestão na sua empresa?

Com foco no aumento de produtividade e na otimização dos processos, a metodologia Kanban pode transformar sua empresa. 

Quem já trabalhou com gestão de projetos ou conhece um pouco sobre a área, já escutou falar sobre o Kanban. Essa metodologia é uma das abordagens existentes para gerenciar projetos e equipes. E, tem o objetivo de simplificar a visualização das ações, deixando o processo mais ativo e construtivo. 

De maneira simplista, as pessoas identificam o modelo com a metodologia de um quadro branco pendurado nos escritórios e vários cartões distribuídos em colunas, mas o método ágil vai muito além, impactando positivamente na gestão das empresas, criando fluxos mais eficientes nas tarefas do trabalho.  

A história do Kanban

A metodologia foi introduzida por Taiichi Ohno na indústria de manufatura japonesa em 1940, mais especificamente dentro do sistema Toyota de produção. Naquela época, o “kanban”, que significa cartão em japonês, era um cartão que sinalizava a conclusão do processo produtivo, que dava espaço a novas demandas de produção. 

O objetivo era simples e visual: facilitar o controle de estoque de materiais, trazendo alinhamento entre almoxarifado e linha de produção. Em 2004, o método Kanban foi registrado e passou a ser uma metodologia ágil dentro da administração.

De acordo com o The State of Agile, de 2018, 55% das empresas que optaram por adotar alguma metodologia ágil o fizeram para melhorar sua produtividade. Assim, o método é um sistema visual de gestão de trabalho, que tem a intenção de conduzir cada tarefa por um fluxo predefinido de colunas. 

Por exemplo, em um projeto de várias etapas e ações, cada entrega pode ser colocada em um cartão e dividido em colunas. Como: para fazer, em andamento e feito.

Além disso, é possível criar variações em cores, conforme o responsável da entrega e o quadro pode ser um modelo físico ou a estrutura pode ser montada em um software e a equipe ter acesso ao quadro. 

Como usar a metodologia Kanban na gestão da empresa? 

Seja para gestão de pessoas, processos ou projetos, o Kanban pode ser aplicado, ajudando na otimização das ações. A metodologia possui quatro pilares que podem ser implementados na gestão. 

Comece com o que você já tem 

Um dos benefícios do método é que ele permite que você comece com os processos e fluxos que já tem. A metodologia propõe que é melhor uma evolução do que uma disrupção. Afinal, mudar todo processo de uma só vez pode gerar confusão e desengajar a equipe. 

Por isso, o gestor deve analisar os processos atuais e começar a destacar o que pode ser melhorado, identificando prioridades e partindo do que é mais tranquilo. Outra vantagem do Kanban é que ele pode ser incluído aos poucos na organização. Assim, não é gerado um choque na cultura ou uma grande necessidade de treinamento por toda a equipe. 

Faça mudanças incrementais e evolutivas 

O método foi criado para simplificar ações e gerar menos resistência ou dificuldades. Por isso, a metodologia é baseada em mudanças incrementais e evolutivas. O Kanban pode começar a ser testado em um projeto menor ou com uma equipe reduzida, depois, conforme os processos forem se estabilizando, ele pode ser passado para outros setores e projetos mais complexos. 

Respeite os processos e as responsabilidades existentes 

Mudar processos e readequar a equipe é uma forma de ter a metodologia rejeitada. Portanto, as mudanças devem ocorrer de forma natural, em grande parte, sugerida pela equipe. Uma mudança organizacional pode gerar insegurança e medo, por isso, preserve os cargos e deixe que o fluxo de ações indique os caminhos de novos processos e funções dentro da equipe. 

Encoraje ações de liderança 

Como a metodologia não sugere alterações de cargo, as ações de liderança são realizadas por todos os envolvidos. Embora sempre haja um gestor responsável pela equipe ou projeto, as ações de liderança ocorrem diariamente conforme as pessoas vão realizando suas tarefas e as contextualizando no Kanban. Além disso, o Kanban também incentiva uma ideia de melhoria contínua, já que toda evolução é dividida e estimulada entre os pares. 

Portanto, o Kanban é uma metodologia que traz muitos benefícios para a empresa, ajudando na identificação de gargalos, reduzindo custos e otimizando a velocidade das entregas. Se você gostou das dicas, confira nosso blog e leia outros conteúdos. 

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Baixa produtividade dos colaboradores: como lidar?

Como lidar com a baixa produtividade dos colaboradores? Uma pesquisa realizada pela Towers Watson indicou que a valorização do gestor em relação ao trabalho do seu colaborador pode elevar em 60% sua produtividade. 

Metas não sendo batidas, equipe desengajada, baixa produtividade nas entregas. Por mais que todo gestor se dedique, essas situações podem acontecer em qualquer empresa. Quando o assunto é produtividade, o Brasil ocupa a 75º posição no ranking mundial, segundo um estudo do The Conference Board. 

A baixa produtividade acontece quando os funcionários realizam o trabalho, mas o resultado obtido não é aquele esperado. Nesse processo, muitos fatores podem impactar para esse baixo rendimento, como processos mal elaborados e implementados, pessoas mal treinadas envolvidas nas ações e a cultura da empresa. 

Um estudo da Workfront mostrou que apenas 39% dos expedientes de trabalho são produtivos. Como vilões da produtividade estão as várias e longas reuniões, caixa de e-mails cheia, serviços administrativos e distrações.  

Como lidar com a baixa produtividade dos colaboradores? 

A improdutividade no trabalho é algo que afeta os resultados da empresa, bem como o desenvolvimento do colaborador. Afinal, muitas vezes o funcionário quer ser mais produtivo, mas há algo no processo que o impede de se desenvolver, gerando um desânimo e baixa qualidade nas entregas. 

Um gestor que não se preocupa com a baixa produtividade acaba ignorando um dos principais pontos de crescimento da empresa. Confira as principais dicas para lidar com essa situação. 

Identifique o motivo do baixo desempenho 

De maneira geral, os problemas de produtividade estão relacionados ao processo, pessoas ou cultura. Por isso, antes de implementar mudanças, é preciso identificar a causa. Um processo mal desenhado pode prender o colaborador em ações inúteis para o resultado final. 

O outro ponto é que se as pessoas não estiverem bem treinadas, desde o início do trabalho, o resultado pode sair errado ou demorar mais que o previsto. Por fim, a cultura da empresa precisa estar alinhada e bem forte, caso contrário, conforme novos colaboradores forem entrando, a cultura se perderá. 

Use a tecnologia para melhorar os processos 

Para identificar corretamente o problema que causa baixa produtividade, os gestores devem contar com ferramentas para isso. Por vezes, durante um feedback, é difícil identificar onde os colaboradores estão falhando. Por isso, com um sistema de monitoramento, é possível analisar o trabalho realizado e identificar em quais atividades os colaboradores demandam mais tempo e quais os processos precisam ser melhorados ou mudados. 

O fSense, por exemplo, é uma ferramenta que permite que o gestor identifique os sites mais acessados, tempo gasto em cada tela e jornada de trabalho mapeada do início ao fim. Depois de identificar os gargalos, o gestor também deve tentar eliminar tarefas manuais e repetitivas, automatizando processos e ações que sejam mais básicas. 

Documente processos e promova mudanças 

Todo processo dentro de uma empresa precisa ser documentado. Afinal, a baixa produtividade também ocorre quando um novo colaborador não entende o processo ou o executa de forma errada. Por isso, se os processos do seu negócio ainda não estão mapeados e documentados, faça isso agora mesmo. 

Além disso, ao entender exatamente onde o colaborador está tendo dificuldades, é hora de realizar mudanças e treinamentos e documentar tudo isso. Descreva exatamente o que deve ser feito, se puder anexe imagens, dê exemplos e faça comentários. 

Por fim, é importante que os colaboradores trabalhem sempre com metas e prazos claros e que o processo ocorra com transparência e feedbacks. Assim, o time se desenvolve com confiança e tem abertura para sugerir melhorias. Gostou do conteúdo? Siga-nos no LinkedIn e acompanhe nossas novidades.

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Gestão de horas: 3 dicas para fazer na sua empresa

Por que a gestão de horas é importante para a empresa? Entenda como uma boa gestão reduz custos e otimiza processos. 

Todo gestor de RH sabe a importância de fazer a gestão de horas dentro da empresa. Essa ação é importante, pois é ela que garante que os colaboradores estejam trabalhando o tempo permitido pela lei e, no caso da empresa, dá previsibilidade nos valores que devem ser pagos a mais ao colaborador. 

Com a pandemia, muitas empresas migraram para o home office. Assim, um dos desafios para o setor de RH tornou-se controlar a gestão de horas dos funcionários. 

A gestão de horas nada mais é do que controlar a presença dos colaboradores e a jornada de trabalho realizada. Nesse caso, além de analisar as horas trabalhadas dentro da jornada comum, é possível analisar horas extras, atrasos ou faltas. 

Gestão de horas: quais as regras para horas extras? 

Todo colaborador que trabalha de carteira assinada é regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Assim, as regras utilizadas pelo setor de Recursos Humanos e Departamento Pessoal devem seguir essa legislação.

Segundo a CLT, a jornada de trabalho não pode ultrapassar 8 horas por dia ou 44 horas semanais. Dessa forma, o tempo trabalhado após esse valor é contado como hora extra. Ainda conforme a lei, no artigo 59, a jornada excedente tem limite máximo de duas horas por dia, mediante acordo coletivo ou contrato. Além disso, o valor da hora extra deve ser de, pelo menos, 50% a mais do que o valor normal da hora de trabalho. 

Portanto, hora extra nada mais é do que toda hora excedente de trabalho conforme jornada habitual descrita por meio de contrato de trabalho. 

3 dicas para realizar gestão de horas 

Fazer uma boa gestão de horas é uma tarefa que reduz custos para a empresa e facilita a vida do gestor de RH, mas também é uma solução que cria alternativas para o gestor de equipes e dá visibilidade para os colaboradores evoluírem e se tornarem mais produtivos. Entenda. 

1 – Tenha uma política de trabalho 

Todos os colaboradores devem assinar um contrato quando são admitidos. Nesse documento, é imprescindível que constem todas as informações sobre as funções que o colaborador deve exercer na jornada de trabalho. 

Mas, além disso, é interessante que o setor de RH crie uma política interna de trabalho explicitando as normas gerais da empresa. Assim, além de esclarecer informações sobre hora extra, como ela deve ser feita, se é preciso liberação prévia dos gestores e forma de pagamento, também é possível inserir informações sobre segurança dos dados e compliance da empresa

2 – Contrate um sistema específico 

Para fazer a correta gestão de horas, o profissional de RH precisa contar com as ferramentas certas. É possível encontrar no mercado opções como planilha ou software gestores de tempo, em que os funcionários ou gestores da área preenchem as horas. Embora possa ajudar, essas informações não trazem tanta acurácia como um sistema específico que mede o tempo trabalhado. 

Com um registro completo das atividades, é possível ter uma visão clara das atividades em cada estação de trabalho. Ou seja, além de medir as horas extras, o gestor consegue identificar gargalos e fluxos de operações com falhas. 

3 – Realize treinamentos e ensine os gestores a usarem a plataforma 

Além de ser uma ótima alternativa para os líderes de RH, os sistemas de monitoramento e de gestão de tempo ajudam gestores a liderarem melhor suas equipes. Por isso, é importante que o time de RH realize treinamentos e estimule os gestores a utilizarem as plataformas a favor da melhoria organizacional. 

Com um bom software, é possível realizar classificações combinatórias de dados no apontamento de horas para permitir relatórios que detalham a performance da equipe em cada tipo de atividade.

Se você se interessou e quer entender melhor como funciona o sistema fSense, leia o nosso conteúdo no blog.

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Automação de processos: por que é importante adotar na sua empresa?

A automação de processos facilita a gestão empresarial, além de gerar competitividade e eficiência para a organização. 

A sua empresa investe em automação de processos? Todo gestor sabe que um dos desafios constantes do cargo é encontrar meios de otimizar a gestão de equipe e engajar os colaboradores. Assim, cada dia que passa novas soluções tecnológicas surgem no mercado, facilitando as ações diárias de uma empresa. 

Nesse sentido, quando as ações se tornam manuais e repetitivas, aumenta-se as chances de erros. Por isso, para esses casos, a automação é a melhor solução. Com recursos certos, é possível que o gestor crie fluxos organizados de informação, centralizando dados em relatórios e evitando falhas. 

O que é a automação de processos? 

A automação ou automatização de processos ocorre quando alguma ação operacional que antes era executada manualmente se torna automatizada por meio da tecnologia. Ou seja, com softwares e ferramentas, torna-se possível que ações triviais. Como o preenchimento de dados ou análise de informações sejam executadas automaticamente, extraindo o resultado final em um relatório ou em um dashboard de forma simplificada e visual. 

Desse modo, a automação pode ser feita de várias maneiras. Pois, é possível automatizar ações repetitivas e rotineiras com o RPA. Já os chatbots são opções que automatizam a comunicação entre clientes e empresas. A URA é uma opção que automatiza ligações, agilizando processos internos. 

A automação também faz parte de uma técnica conhecida como Business Process Management (BPM) ou Gestão de Processos Empresariais que consiste em usar tecnologia e integração de sistemas e dados, para aprimorar o fluxo de trabalho. Há ainda opções capazes de realizar hiperautomação com uso de inteligência artificial que consegue realizar testes e ações mais complexas. 

Ao utilizar a automação, é possível melhorar os resultados de equipes que trabalham presencialmente e até em home office

Quais os benefícios de automatizar processos? 

A automação de processos, além de acelerar a transformação digital da empresa, traz várias outras vantagens. Primeiramente, como já citado, ela otimiza o tempo. Por exemplo, se o gestor precisa preencher uma tabela diariamente com as entregas da equipe, um sistema automático consegue entregar essa informação em apenas um clique. 

Consequentemente, aumenta-se a produtividade, pois tarefas manuais costumam demandar tempo e não agregam tanto valor à atividade. Outros dois benefícios são a padronização dos processos e a diminuição de erros. Com ações automáticas, o processo ganha um novo padrão que pode ser replicado por todos da equipe.

Por fim, as ações da equipe ganham escalabilidade. Por vezes, o gestor precisa dedicar parte do seu dia com tarefas operacionais. Ao utilizar a automação, é possível escalar o trabalho, aumentando a produtividade, sem ter que contratar novas pessoas. 

O fSense é um sistema aliado na gestão de produtividade. Com ele, é possível monitorar o trabalho feito pela equipe e verificar possíveis problemas na operação. Essa ferramenta é um aliado importante para gestores que querem ampliar seus resultados, sem precisar fazer grandes investimentos, como novas contratações.

O sistema permite o monitoramento a distância, melhorando a gestão e facilita na gestão do compliance, confirmando que as regras estão sendo cumpridas. Para entender melhor o funcionamento, faça sua conta agora e teste grátis

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Como avaliar a produtividade dos colaboradores?

Avaliar a produtividade dos colaboradores é uma ferramenta de gestão de pessoas que contribui para a evolução da empresa e melhora individual de cada colaborador. Confira algumas dicas. 

Qual a melhor maneira de avaliar a produtividade dos colaboradores? Um gestor possui diversos desafios em seu cargo. Primeiramente, ele tem a responsabilidade direta em gerar bons resultados para a empresa, que é uma meta relacionada com o número de vendas, atendimento, qualidade de entrega, ou seja, que tem relação com os resultados externos. 

Porém, indo além, para que esses resultados aconteçam, o gestor precisa gerir bem seus funcionários para que os processos internos se desenvolvam corretamente e gerem resultados. Nesse sentido, realizar a avaliação de produtividade dos colaboradores é preponderante para o desempenho do negócio. 

A importância de avaliar a produtividade dos colaboradores 

A avaliação de produtividade é uma ferramenta de gestão de pessoas. Com ela, por meio de métodos e critérios definidos, os colaboradores são avaliados individualmente, além da sua performance coletiva. A prática é importante, uma vez que possibilita que gestores identifiquem fatores relacionados às metas, à cultura e ao clima organizacional, à qualidade da liderança, entre outros pontos. 

A avaliação de produtividade serve para que os gestores e diretores da empresa tenham dados sobre o desenvolvimento dos funcionários e consigam prever melhorias e treinamentos, bem como estipular metas e propor recompensas. Com esses dados, é possível aumentar a produtividade na equipe, estipulando valores de referência, além de aumentar o comprometimento do colaborador com a empresa. Afinal, com o feedback certo, o funcionário pode se desenvolver e ficar motivado para melhorar. 

Vale lembrar que essa avaliação deve ser criada de acordo com a política do departamento de Recursos Humanos (RH) e respeitar as especificidades de cada equipe e cargo.

Dicas para avaliar a produtividade 

Antes de realizar a avaliação, é preciso analisar e seguir algumas dicas. Confira. 

Defina quais indicadores serão utilizados 

Antes de realizar uma avaliação de produtividade, é importante definir quais indicadores serão utilizados. Ou seja, o gestor precisa definir o que ele quer medir. Assim, é possível criar avaliações baseada em vendas, ou seja, baseado no número de contatos feitos no mês e vendas realizadas. 

Também é possível medir a produtividade da equipe, mensurando o tempo gasto em cada atividade ou ação ou estabelecendo um número mínimo de horas produtivas/produtos entregues. 

Outro parâmetro para avaliar a produtividade é a qualidade das entregas ou necessidade de retrabalho. Por fim, a lucratividade também pode ser um dos pontos analisados, mostrando quais equipes e colaboradores são mais rentáveis para a empresa. 

Crie um plano de avaliação

Para trazer resultados, as avaliações de produtividade devem ser estruturadas e aplicadas com periodicidade. Caso contrário, ela apenas criará viés na avaliação, sem entregar nenhum dado de valor. 

Por isso, o gestor deve criar um plano de avaliação, com o método definido, as perguntas estabelecidas e o meio de aplicação da avaliação e periodicidade. Depois disso, os colaboradores devem ser informados das fases e meios de avaliação, bem como possíveis recompensas e treinamentos. 

Utilize um sistema adequado para auxiliar na avaliação 

Por fim, utilizar os recursos corretos trazem agilidade e precisão na avaliação. O fSense, por exemplo, é uma ferramenta que possibilita o acompanhamento de equipes, seja no modelo presencial ou em home office. 

Com o sistema, o gestor consegue medir a produtividade da sua equipe em tempo real, analisando, por meio de um dashboard intuitivo, as informações sobre sites acessados, aplicativos utilizados e pausas. Dessa forma, é possível medir o trabalho realizado, criando métricas de base e otimizando falhas. 

Portanto, avaliar a produtividade dos colaboradores é fundamental para melhorar a gestão e resultados e diminuir as falhas da operação. Se você se interessa por esse tema, entenda como o software fSense ajuda na diminuição de erros

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Passo a passo para fazer uma avaliação de performance da sua equipe

A avaliação de performance é um método de mensuração de resultados dos colaboradores com o objetivo de identificar erros e acertos nos processos.

A avaliação de performance ou avaliação de desempenho é fundamental para que os gestores entendam o desenvolvimento da equipe e possam efetuar melhorias. Essa ferramenta de RH vai além da performance individual de cada colaborador, podendo identificar pontos importantes que impactam a equipe e seus resultados.

A avaliação de performance deve ser feita com periodicidade pelo gestor direto ou gestor de RH para dar feedbacks de melhorias aos funcionários, avaliar a efetividade dos processos utilizados na empresa, identificar talentos e destacá-los na equipe e entender a produtividade dos setores e gargalos existentes. 

5 passos para fazer uma avaliação de performance de equipe 

Para que a avaliação de performance funcione, é fundamental que o gestor desenvolva o processo e analise os dados com imparcialidade. Por isso, é preciso seguir alguns passos e metodologias para que ninguém saia prejudicado ou que a avaliação seja enviesada. 

Passo 1: Definir os objetivos da avaliação de performance

Primeiramente, o gestor precisa definir os objetivos da avaliação. É fundamental analisar o momento da empresa e da equipe, verificando se o que se quer medir são os resultados dos colaboradores, o desenvolvimento deles ao longo do tempo ou a competência sobre o trabalho feito. 

Esse passo é importante, pois ele vai influenciar a metodologia utilizada e as perguntas feitas no processo. Outro ponto é que a avaliação de performance também serve para o colaborador criar o Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) junto com sua gestão. Ou seja, os resultados analisados devem ser trabalhados para desenvolver cada um ao longo do tempo. 

Passo 2: Definir o método utilizado 

Com o objetivo traçado, o gestor pode pensar no método utilizado. Existem vários tipos de métodos e cada um deles serve para cada situação/objetivo. Por exemplo, a avaliação 360º propõe uma análise em que todos os envolvidos avaliam um colaborador. Ou seja, o gestor direito, a equipe envolvida e até o próprio colaborador analisam o trabalho executado. 

Já no modelo 1:1 ou 180º, a ideia é que o gestor direto faça a avaliação do liderado. Há a possibilidade ainda de analisar o indivíduo conforme as metas atingidas ou as competências esperadas. 

Passo 3: Crie o plano de avaliação

Depois de identificar a melhor metodologia, é hora de criar o plano de avaliação. Nele é importante constar a periodicidade de avaliação de performance, o objetivo, equipe que vai ser avaliada, o avaliador, a metodologia definida e os temas/perguntas do questionário.

Além disso, a forma como isso será avaliado e mensurado deve ser definido previamente. Por exemplo, a avaliação será feita via formulário anônimo, uma plataforma será utilizada ou o gestor fará as perguntas diretamente aos envolvidos? Tudo isso deve ser mapeado com antecedência para que todos tenham acesso e para que o processo seja o mais transparente possível. 

Passo 4: Comunique a equipe 

Antes de realizar a avaliação de performance, é necessário alinhar todos os objetivos da empresa com o colaborador. Assim, a equipe sabe exatamente o que será cobrado e analisado, como o processo será feito, qual a periodicidade e como o gestor irá lidar com a equipe a partir dos dados analisados. 

Passo 5: Faça avaliação e analise os resultados 

Por fim, é hora de fazer a avaliação e analisar os resultados. Nessa fase, utilizar a tecnologia e softwares específicos pode ser uma boa alternativa de otimizar a captura e análise de dados. Além de mensurar as informações respondidas pela equipe, utilizar um sistema de gestão de produtividade também é um recurso adicional que traz mais insights e dados sobre a eficiência de cada colaborador e como cada um desenvolve a sua jornada de trabalho.

Portanto, realizar avaliação de performance na sua equipe é fundamental para garantir o crescimento da empresa e o desenvolvimento de toda equipe. Se você gostou desse conteúdo, também pode se interessar por esse texto sobre pesquisa de satisfação

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Quais são os prós e contras de usar software de monitoramento na sua empresa?

Sua empresa já utiliza software de monitoramento dos computadores dos funcionários? Entenda os prós e contras dessa ação. 

Utilizar um software de monitoramento na empresa é importante em diversos casos. Contudo, o assunto pode ser polêmico e dividir opiniões, mas saiba que a prática é legal, caso a organização siga regras.

Antes da pandemia, algumas empresas já tinham dificuldade em monitorar os computadores da empresa e o trabalho do colaborador, seja pelo tamanho da equipe ou pelo tempo do disponível pelo gestor. 

Com a pandemia e a necessidade de home office, muitos colaboradores migraram para esse modelo ao mesmo tempo e os gestores perderam o controle e até o contato com parte dos funcionários. Assim, mais do que nunca o monitoramento se tornou necessário. 

Os prós e contras de utilizar um software de monitoramento

Antes de expor os prós e contras da prática, é importante explicar o que é previsto legalmente. Não existe nenhuma lei ou normativa que trata do processo de verificar ou supervisionar as ações realizadas pelos colaboradores durante a jornada de trabalho.

Portanto, o ordenamento jurídico brasileiro se baseia em diversas leis para elaborar um consenso a partir do entendimento comum. Assim, o monitoramento pode ocorrer desde que preserve a intimidade do indivíduo, conforme traz o artigo 5º da Constituição Federal. Dessa forma, entende-se que as empresas têm direito de zelar pela segurança e saúde do seu negócio, desde que respeitando o colaborador e o avisando de que o monitoramento é feito. 

Dito isto, confira os prós e contras de realizar essa ação. 

Prós 

  • Cumprimento do compliance: O compliance é o conjunto de disciplinas a fim de cumprir as normas legais e regulamentares estabelecidas para o negócio. Mas, para garantir o cumprimento, é importante que todos os colaboradores estejam envolvidos e que sigam as normas. Ao utilizar um software de monitoramento, é possível acompanhar o engajamento e evitar multas e outras punições. 
  • Aumento da segurança dos dados: Outro ponto que o monitoramento facilita é a manutenção da segurança dos dados da empresa. O colaborador que acessa dados internos e sigilosos da organização e de seus clientes tem o dever de seguir as normas de segurança para evitar vazamentos. Assim, o software facilita que o gestor veja se os acessos que acontecem estão dentro da política de segurança e se o colaborador segue os procedimentos indicados.  
  • Análise de produtividade: Utilizar um software de monitoramento também ajuda na análise e aumento de produtividade da equipe. Com as informações em tempo real, o gestor consegue identificar falhas mais rapidamente e queda na produtividade. Isso também traz benefícios para o colaborador que pode se desenvolver mais rápido. 

Contras

  • Necessidade de um gestor monitorando os dados gerados:  Para que o monitoramento faça sentido, é preciso que um gestor analise os dados gerados. Afinal, o sistema faz a captura das informações, mas somente um líder com experiência e contexto da situação consegue melhorar as decisões com os dados gerados. 
  • Microgerenciamento: O software de monitoramento deve ser utilizado como uma ferramenta para gerar clareza nos processos e não situações de microgerenciamento. É possível que o gestor se concentre apenas nos dados isolados, sem analisar o resultado gerado pela equipe. Isso pode causar desgaste, excesso de cobranças e desmotivação. 

Software de monitoramento: Conheça o fSense 

O fSense é um software de monitoramento de computadores desenvolvido para ajudar líderes na gestão de equipes. Assim, com equipes a distância ou presencialmente, é possível analisar de perto os resultados e o trabalho desenvolvido.

O sistema faz registros contínuos das atividades das estações de trabalho monitoradas e organiza as informações em um dashboard prático. Além disso, o fSense registra o acesso a sites e aplicações não aprovadas pela empresa e dá visibilidade às ações realizadas pelo colaborador. Dessa forma, ao implementar o sistema, é possível gerar um aumento de até 40% na produtividade da sua equipe. 

Confira as funcionalidades:

  • Dashboard com gráficos;
  • Resumo de atividades monitoradas, ociosidade e máquina bloqueada;
  • Linha do tempo de ações de usuários mostrando início e fim da jornada de trabalho;
  • Captura de tela a cada 30 segundos para análise de processo;
  • TOP10 websites e aplicações acessadas; 
  • Relatórios que podem ser baixados para o excel. 

Se você se interessou e quer testar o fSense, experimente agora é gratuito.

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5 passos para ter uma equipe engajada

Para desenvolver uma equipe engajada, é preciso que o líder conheça muito bem os colaboradores e se preocupe com o desenvolvimento de cada um. Entenda melhor. 

Qual a importância de possuir uma equipe engajada? Possuir uma equipe motivada e feliz é sinônimo de equipe comprometida e, consequentemente, mais produtiva. Assim, é comum vermos gestores reclamando da falta de comprometimento dos profissionais, que acabam impactando nas metas. Porém, antes de cobrar a equipe, é preciso analisar e entender o que você e a empresa tem feito para gerar um ambiente mais acolhedor. 

Desse modo, é importante pensar que o caminho da construção de uma equipe engajada é uma via de mão dupla. Por isso, para que haja apoio, fidelidade e parceria, os colaboradores precisam se sentir valorizados e respeitados. 

Vale ressaltar que o salário é apenas uma das partes que engajam o funcionário e não é suficiente para reter os talentos. O pagamento é uma troca suficiente para que os colaboradores cumpram as suas funções com seriedade. Porém, o engajamento tem mais relação com cultura e clima organizacional e boas relações do que as trocas monetárias. 

5 passos para ter uma equipe engajada

Os motivos para a falta de motivação passam pela pouca valorização do profissional por parte da empresa, falta de perspectiva de crescimento e dificuldade em se relacionar com o chefe. Para evitar a perda de bons talentos e construir uma equipe mais engajada, aqui vão algumas dicas. 

1 – Foque nas pessoas 

O primeiro passo para ter uma equipe engajada é investir e focar nas pessoas. Somente em um ambiente acolhedor o colaborador poderá se sentir aceito, útil e valorizado. Afinal, são por esses motivos que o ser humano forma relações e cria laços sociais na família, com amigos e no trabalho. 

Por isso, um bom gestor busca entender a realidade e dor de cada um, focando nas necessidades de forma individual. Além disso, para criar uma equipe engajada, a transparência dos processos é fundamental. Assim, criando uma relação de confiança, os funcionários têm a sensação de pertencimento e se sentem muito mais motivados a ajudar, mesmo em momentos difíceis.  

2 – Crie uma política de feedbacks para ter um equipe engajada

Muitos gestores acabam sendo omissos e relapsos por falta de tempo. Porém, não realizar feedbacks periódicos pode ser prejudicial para o andamento dos resultados. É por meio dessa comunicação organizada que o colaborador entenderá os pontos em que se destacou positivamente e aqueles que a empresa espera que ele melhore e se desenvolva. 

Além disso, esse momento abre um canal de relacionamento com o funcionário, gerando uma oportunidade para ouvir também os feedbacks dos colaboradores sobre processos, dificuldades e, inclusive, sobre a qualidade de gestão do líder. 

3 – Promova a integração da equipe

A cultura e o clima organizacional possuem uma importância enorme na motivação dos colaboradores. Por isso, os gestores diretos e o time de RH precisam ficar atentos a isso. Além de realizar pesquisas periódicas de NPS entre a equipe, promover integrações, momentos de lazer e diálogo entre todas as pessoas da organização, é fundamental para criar laços.

4 – Crie políticas de recompensa 

É fundamental que os colaboradores sejam reconhecidos pela empresa. Porém, apenas demonstrar isso com palavras não é suficiente a longo prazo. Por isso, criar uma política de recompensa é importante para padronizar os métodos de avaliação e esclarecer o que é preciso fazer para ser recompensado. Nesse caso, vale a pena recompensar aqueles que se destacam com bônus financeiros, viagens, folgas, vouchers em aplicativos ou uma surpresa enviada para a casa do colaborador. 

5 – Utilize a tecnologia a seu favor 

Por fim, utilizar a tecnologia é uma excelente maneira de ser mais produtivo nas ações de gestão. Afinal, o papel do gestor, além de realizar o seu trabalho diretamente relacionado com o escopo da empresa, é gerenciar a equipe, entender o desenvolvimento de cada um, promover treinamentos e propor novos desafios. Nesse sentido, utilizar plataformas e aplicativos pode ser a solução para gerenciar a equipe e ser mais produtivo nesse tipo de atividade. 

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5 ferramentas que todo desenvolvedor deve conhecer

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