Vamos começar este post de um jeito um pouco diferente: com um cenário.
Em uma determinada empresa, os gestores identificam uma grande oportunidade de substituir o produto A por uma versão mais nova, que vai trazer mais lucros: A+. Então, tomam a decisão de não produzir mais o produto A, retirando essa mercadoria do catálogo. E informam a todos que o produto A não será mais vendido — mas, com medo de que a notícia do produto A+ vaze no mercado, não explicam o motivo a ninguém.
Sabendo que a economia está em crise, os colaboradores da empresa e os acionistas interpretam essa informação incompleta no sentido mais negativo. Acham que é um sinal de que a empresa está passando por dificuldades graves; logo, boatos se espalham de que a companhia vai falir. Os colaboradores ficam desmotivados, os acionistas retiram seus investimentos — e o que deveria ser um momento de crescimento, torna-se um ponto baixo na história da empresa.
E então, na sua opinião, o que foi que deu errado?
A resposta é que a empresa do nosso cenário não está praticando a gestão transparente. No post de hoje, você vai entender melhor por que ela é tão importante e como pode ser aplicada. Boa leitura!