Saiba como evitar problemas de compliance no home office

Estar alinhado às diretrizes fiscais, de legislação, TI e outros setores é fundamental para se obter sucesso atualmente.

Como colocar em prática o compliance?

Elabore com a sua equipe um código de conduta com linguagem acessível e dissemine aos colaboradores a importância dos padrões estabelecidos e como seguir com o código.

Para minimizar riscos, identifique comportamentos que podem comprometer a saúde da empresa e padronize táticas para reduzir esses riscos, até mesmo aumentar resultados diários da equipe.

Para monitorar o andamento dos processos no time e melhorar a produtividade, mesmo em home office, acompanhar em tempo real o desenvolvimento da equipe é uma estratégia para melhorar os resultados da empresa. 

Com compliance você pode fazer isso de forma correta em conformidade com as regras e legislações. 

Compliance x Home office

O compliance envolve códigos, políticas, procedimentos, formulários ou relatórios.

Para evitar problemas de compliance no home office, é necessário que processos internos sejam revisados, para garantir estabilidade e controle dos atos internos da organização. Para isso, você pode monitorar a equipe com o fSense e ter um registro completo das ações de cada colaborador.

Com procedimentos objetivos, você consegue monitorar de forma prática e acessível à atuação de todas as áreas da empresa.

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Monitoramento transparente: como informar aos funcionários sobre o sistema de monitoramento das estações de trabalho?

Se você está sempre procurando maneiras de otimizar o gerenciamento da sua equipe e impulsionar a produtividade, com certeza já conhece as vantagens  do monitoramento das estações de trabalho, não é mesmo?

Mas já vimos muitas equipes de RH perderem o sono na hora de informar aos colaboradores que eles serão monitorados. 

Apesar de ser uma ferramenta essencial para aumentar a produtividade e também reconhecer o trabalho de cada colaborador, muita gente ainda fica com um pé atrás com essa tecnologia.   

Por não termos uma lei específica sobre o que pode ou não no horário de trabalho, cada empresa tem que encontrar uma forma de lidar com essas normas e restrições. E é aí que muitos gestores acabam se perdendo.  

Por isso, neste artigo vamos te dar dicas essenciais para sua empresa ser super transparente na hora de dar essa notícia aos colaboradores. 

4 dicas para te ajudar na hora de informar a sua equipe sobre o monitoramento das estações de trabalho

1 – Tenha todas as informações no contrato de trabalho

Você já ouviu aquele ditado “o que é combinado não sai caro”? 

Quando falamos em monitoramento das estações de trabalho, seguir essa regra pode te livrar de muitas dores de cabeça. 

Para que colaboradores e empresas estejam em comum acordo, é essencial que o contrato de trabalho, não só informe sobre o monitoramento, mas também deixe claro para os colaboradores o que pode ou não ser acessado de sua máquina durante o horário de trabalho. Afinal, para que o funcionário siga as normas, ele precisa ser avisado sobre todas elas.  

Para os colaboradores que assinaram o contrato de trabalho antes mesmo da empresa implantar uma ferramenta de monitoramento, vale também completar com um documento informando as novas normas. Assim, os colaboradores podem  assinar o documento declarando concordância com as condições. 

2 – Crie um manual de conduta da empresa 

É permitido entrar nas redes sociais? Ler uma notícia na internet? Tirar uns minutinhos para estudar? E ler aquela mensagem urgente que chegou da família? 

Todos esses pontos podem ser explicados detalhadamente em um manual de conduta para os colaboradores da sua empresa. 

Sabemos que às vezes entender todas aquelas cláusulas dos contratos de trabalho pode ser um pouco complicado. Já no manual é possível explicar cada uma das situações com uma linguagem que aproxime o RH aos colaboradores. 

Lembre-se de informar que o monitoramento existe, explicar como e quando ele é feito e também as consequências caso as normas não sejam seguidas. Assim não vai sobrar nenhuma dúvida! 

3 – Deixe claro que a privacidade do colaborador não será violada 

Esse com certeza é um dos principais receios dos colaboradores quando descobrem que suas máquinas serão monitoradas. 

Na teoria, é bem simples: se não é permitido realizar atividades pessoais nas máquinas de trabalho, não há como as empresas terem acesso à informações pessoais durante o monitoramento das estações de trabalho. Isso porque qualquer atividade monitorada é de total interesse da empresa! 

Mas na prática sabemos bem que, pela força do hábito, alguns colaboradores podem dar aquela espiadinha nas redes sociais, né? E nesse caso, ele também está infligindo o combinado em contrato. 

Por isso, o bom senso é sempre bem vindo! 

Nesse sentido, a empresa precisa garantir que usará o monitoramento apenas para se certificar de que o contrato de trabalho é cumprido, sem ferir os direitos dos funcionários,  causar problemas éticos, constrangimento à equipe ou desgaste no relacionamento com os colaboradores.

4 – Escolha uma ferramenta que está em em conformidade com as exigências da LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) estabelece que qualquer dado pessoal ou sensível, que for registrado, precisa ser avisado ao usuário. Os dados são classificados de duas formas:

  • Pessoais: aqueles como número de CPF, RG, e-mail, e que são relativos a pessoa jurídica.
  • Pessoais sensíveis: que são dados relacionados a opinião política, religião, saúde, dados genéticos, biométricos, etc.

Apesar de falar sobre a coleta dos dados, a LGPD não trata sobre o monitoramento das estações de trabalho, mas é sempre bom se resguardar para não ter problemas futuros. Por isso, na hora de escolher a melhor ferramenta para realizar o monitoramento das estações de trabalho da sua empresa, escolha uma plataforma que esteja em conformidade com as exigências da LGPD, assim como o fSense. 

Tenha a tecnologia como aliada para gerenciar a sua equipe 

Para tornar alguns processos ainda mais fáceis e rápidos, a plataforma do fSense é sua melhor escolha para apoiar na gestão!

Com a plataforma, você mensura a produtividade do seu time em home office, faz acompanhamento em tempo real, tudo em um dashboard prático e dinâmico. Além disso, conta com muito mais informações e dados para embasar os feedbacks para o seu time.

Quer ver todas essas vantagens na prática sem gastar nada?  Faça o teste da plataforma grátis por 14 dias, em até 10 computadores e comprove os benefícios para sua empresa.  

Hora extra no home office: entenda como funciona e saiba controlar

Desde o início da pandemia, muitas questões envolvendo jornadas de trabalho e o home office começaram a surgir entre empregadores e colaboradores. Uma delas, refere-se ao funcionamento da hora extra e sobre como controlá-la em meio a esse regime de trabalho remoto. 

Você já se perguntou como funciona a hora extra no home office? Saberia dizer como ou se é possível controlá-la? Essa pode ser a dúvida de muitos empresários e gestores, ainda mais diante de um cenário de dúvidas sobre onde podem se apoiar para regulamentar o funcionamento da hora extra. 

Neste artigo, vamos ampliar alguns conhecimentos sobre hora extra no trabalho remoto e apresentar sugestões de como regulamentá-la junto aos seus colaboradores. 

LEIA TAMBÉM: Metodologias ágeis: 5 práticas para apoiar a gestão de equipes remotas

Tele trabalho e home office: por que você precisa saber a diferença entre os dois?

Por não existir uma lei específica que propõe algo sobre jornadas de trabalho, cada empresa precisa chegar a um acordo com seus funcionários para definir algumas normas e restrições. Por isso, é importante que você, como gestor, consiga diferenciar o trabalho em domicílio (ou home office) do teletrabalho, uma vez que essa diferenciação vai pautar as discussões sobre como regular as horas extras.

O home office é definido como o trabalho que pode ser realizado na casa do colaborador ou em outro lugar de sua escolha. O teletrabalho, além disso, exige que o trabalho seja realizado com a ajuda de tecnologias de informação e comunicação. 

De qualquer forma, segundo a CLT, o empregado que trabalha presencialmente poderá migrar para o teletrabalho ou home office apenas se houver acordo com o empregador. 

Considerando a crise que a Covid-19 gerou e o atraso no calendário de vacinação pelo Ministério da Saúde, a Medida Provisória nº 927 passou a permitir que, enquanto o estado de calamidade pública durar, a migração do trabalho presencial para o teletrabalho possa acontecer por vontade unilateral do empregador, não sendo necessário o comum acordo.

LEIA TAMBÉM: 7 desafios de um gestor de equipes remotas e dicas para vencê-los

Sobre a jornada no teletrabalho e home office

Ao contrário do que acontece no trabalho presencial, no teletrabalho não existe a exigência do controle da jornada de trabalho. Dessa forma, o teletrabalhador fica sujeito a uma maior flexibilidade de horário. Nesse caso, ele não tem direito a receber horas extras. 

No entanto, se a empresa exercer controle sobre os horários de teletrabalho, em caso de ultrapassagem da jornada contratada, o trabalhador tem direito às horas extras. 

Durante o período em que o estado de calamidade pública continua em vigência, a MP 927 não só mantém esse cenário, como também define que o tempo de uso de aplicativos ou outros programas de comunicação, fora da jornada, não se configura como tempo à disposição do empregador, regime de prontidão ou de sobreaviso, se assim não for indicado em acordo individual ou coletivo.

Cabe ressaltar que os trabalhadores em regime de teletrabalho também podem ser inseridos na redução de trabalho e consequente diminuição de salário que está prevista na MP 936.

Mais recentemente, o Ministério Público do Trabalho (MPT) divulgou ainda a norma orientativa nº 17, a qual permite que os funcionários em home office recebam o direito ao controle de jornada e horas extras.

Como regulamentar a hora extra 

Na função de gestor de uma empresa, você deve estar atento às determinações do MPT e as Medidas Provisórias para seguir as medidas e recomendações a serem adotadas em sua empresa. Na Nota Técnica nº 17, o órgão sugere aos empregadores a adoção de um termo aditivo ao contrato de trabalho por escrito, tratando as deliberações sobre a duração do contrato, a responsabilidade e a infraestrutura para o trabalho remoto, assim como o reembolso, pelo empregador, das despesas atribuídas ao trabalho em casa.

Outra sugestão que é feita no documento, fala sobre a adoção de “etiquetas digitais”, com a especificação de horários para atendimento de demandas, assegurando repousos legais e o direito à desconexão, o qual permite que o seu colaborador se desligue das atividades laborais e não esteja sempre disponível para a empresa.

Uma ótima alternativa para você, gestor, que deseja otimizar esses processos que são um pouco mais burocráticos, e facilitar o controle e a manutenção das jornadas de trabalho dos seus colaboradores, é utilizar a plataforma fSense

Com ela você consegue definir, junto aos seus funcionários, como será o regime de trabalho remoto e ainda recebe dados em tempo real sobre a produtividade do seu time e o rendimento da sua empresa. Faça o teste da plataforma grátis por 14 dias, em até 10 computadores e comprove os benefícios.

Home office: dicas para aumentar a produtividade da sua equipe

Home office: dicas para aumentar a produtividade da sua equipe

Sua equipe também adotou o modelo home office? Neste artigo vamos mostrar algumas dicas de produtividade do trabalho em casa, para você repassar para sua equipe hoje mesmo! Vamos lá?

Home office: o termo do momento

Home office é o termo da vez e muitas empresas estão adotando ou já adotaram este modelo de trabalho em casa. Já faz um tempo que muitas empresas praticam essa modalidade mas, mais do que nunca, vem ganhando espaço no mercado. Isso acontece devido ao avanço da tecnologia e do esforço das empresas em aumentar a digitalização de processos internos e externos. Atualmente, devido à pandemia causada pelo novo coronavírus, este avanço acabou se tornando mais rápido e bastante usual na rotina de muitas empresas. 

Algumas empresas ainda não são totalmente abertas a esse estilo de trabalho, mas como já falamos aqui, o home office possui diversos benefícios e pode ser uma opção bastante atrativa para os empresários.

Agora, vamos às dicas!

Dê um upgrade na produtividade da sua equipe

Muitas empresas já adotaram o home office em suas rotinas de trabalho. Mas, para muitas outras, isso ainda é uma novidade. É possível que alguns gestores ainda possam estar com dificuldades na hora de administrar o trabalho de suas equipes e é totalmente normal que todos ainda estejam se adaptando a este novo cenário. Por isso, é importante sempre pesquisar maneiras, dicas e ferramentas que colaborem para a organização do home office. 

Vem com a gente e confira algumas dicas simples para você colocar em prática com a sua equipe e melhorar a produtividade no home office.

Seguir a rotina 

Um ótimo começo é manter a rotina com a sua equipe. Combinar um horário para entrar e encerrar o expediente, por exemplo, é uma boa maneira de organizar a rotina e, consequentemente, obter disciplina no trabalho. Converse com seu time, faça-os entender que seguir a rotina normalmente é um passo muito importante para a produtividade. Seja tirando o pijama e colocando roupas que eles normalmente usariam na empresa, tomando um café balanceado ou tomando um bom banho antes de começar as atividades. 

Organizar o local de trabalho

Oriente sua equipe a manter a mesa de trabalho organizada, se possível, deixando-a vazia. Um ambiente de trabalho arrumado e sem possíveis distrações, auxilia na produtividade. Essa dica vale até mesmo para aquela papelada do trabalho que não está sendo utilizada naquele momento.

Faça uma boa gestão de tarefa no home office 

Mais do que horas trabalhadas, é fundamental que a equipe esteja alinhada com as demandas solicitadas no dia. Organize a tarefa de cada um e faça uma boa gestão de tempo, assim você tem controle do fluxo de atividades, prazos e quais entregas estão sendo feitas de acordo com o combinado. 

Crie canais de comunicação e faça reuniões diárias

A comunicação no dia a dia com seu time faz toda diferença! Por se tratar de um estilo de trabalho digital, a comunicação entre vocês deverá ser totalmente online também. O lado bom disso tudo é que, hoje em dia, não faltam meios de comunicação e aplicativos de mensagens instantâneas em nossos celulares e computadores, não é mesmo? 

Por isso, fica fácil fazer reuniões diárias para colocar as prioridades do dia, quais possíveis impedimentos na hora de uma pessoa executar uma tarefa ou qual meta vocês precisam alcançar. Ao concluírem cada reunião, é importante que o seu time saia bem orientado, sem dúvidas e comprometido com as atividades.

Estipule hora para tudo

Saiba a hora de começar e de encerrar as tarefas. Pode ser o mesmo horário que costumavam fazer na empresa ou então combinar novos horários.

Por estar em casa, não significa que a sua equipe tenha que trabalhar 24 horas por dia. É importante estipular um mesmo horário de jornada para todos. Isso ajuda, e muito, na execução do primeiro tópico acima em que falamos sobre organizar a rotina. 

Descansar também faz parte! Então, oriente a sua equipe a fazer um intervalo de descanso no almoço, por exemplo. Fale com todos os colaboradores e aconselhe-os a tentarem não mexer no computador ou celular durante esse período. Se ‘desligar’ por alguns minutos pode fazer toda diferença no rendimento para continuar a jornada de trabalho.

Uma boa comunicação é essencial

O trabalho a distância também pode ser estressante. Por mais que exista a comunicação virtual, muitas vezes ela pode se perder ou não ser transparente o suficiente. O ideal nessas horas é fazer sua equipe entender o que você espera de cada um deles e vice-versa. Esclareça possíveis dúvidas de uma demanda, quais objetivos vocês devem alcançar e deixe claro os detalhes para a execução das tarefas.

Uma dica aqui é fazer um planejamento semanal. Com ele você e sua equipe conseguem alinhar as expectativas de entregas e objetivos a serem alcançados.

Aposte em ferramentas para gestão de home office

Hoje em dia existem várias ferramentas que podem auxiliar o processo de gestão no home office. Desde o controle de atividades, até o controle de tempo que cada pessoa leva para realizar as tarefas. 

Com essas ferramentas você consegue se organizar e, assim, organizar a rotina de toda a sua equipe, melhorando o fluxo de trabalho de todos os envolvidos nos projetos.

Se você gostou deste artigo, continue acompanhando a gente por aqui! E, para mais dicas de como aumentar a produtividade da sua equipe, confira o mapa visual exclusivo que preparamos para te ajudar nessa tarefa. 

Descubra 7 sinais de que você precisa começar a monitorar seus colaboradores

7 sinais de que você precisa começar a monitorar seus colaboradores

A sua empresa tem necessidade de avançar no quesito produtividade, mas você tem dúvidas de que realmente precisa começar a monitorar seus colaboradores? O monitoramento de estações de trabalho pode parecer uma atitude radical em um primeiro momento e é compreensível que você tenha certo receio em implantá-lo.

No entanto, ao experimentar os inúmeros benefícios dessa decisão, você terá certeza do quanto é possível melhorar a gestão e, consequentemente, trazer resultados surpreendentes para a empresa.

Mesmo assim, se você ainda tem dúvidas de que o monitoramento de colaboradores é necessário na sua empresa, preparamos este artigo com 7 sinais para você observar.

7 sinais de que a sua empresa precisa de um sistema de monitoramento

1. Você não consegue visualizar a execução dos processos de trabalho

Na sua empresa, você tem dificuldades para acompanhar os processos de trabalho? Os seus problemas com produtividade podem estar relacionados a esses processos. Muitas vezes, o atraso em uma entrega, por exemplo, é causado por mais um de processo realizado equivocadamente.

Dessa forma, se você não tiver uma maneira ampla de visualizar a execução dos processos de trabalho, fica muito mais difícil rastrear a origem das falhas. Afinal, você precisa voltar passo a passo para investigar o problema e saber mais processos estão levando mais tempo do que deveriam, o que seria simples por meio de um sistema de monitoramento de estações de trabalho.

2. A empresa não possui monitoramento de desvios de processos

Certamente, se não há como acompanhar os processos de trabalho na sua empresa, também não existe o monitoramento de desvios de processo. É isso que faz o negócio não conseguir se antecipar para evitar um problema. Ele só vai conseguir identificar que há uma falha na ponta do processo.

Além disso, um mesmo desvio pode ser responsável por inúmeros problemas dentro da empresa, até mesmo relacionados à segurança. Por isso, um sistema de monitoramento de estações de trabalho é ideal, já que permite descobrir quais são esses desvios de processo e facilita a tomada de decisão para eliminá-los.

3. Os colaboradores usam de forma inadequada as ferramentas no ambiente de trabalho

As ferramentas de trabalho dos seus colaboradores estão sempre apresentando defeito? É comum você precisar providenciar a manutenção antes do previsto? Então, considere importante implantar um sistema de monitoramento de estações de trabalho.

Ele será seu aliado para descobrir quais são as atitudes inadequadas dos seus colaboradores que podem estar acarretando esses problemas nas ferramentas de trabalho.

4. Você tem dificuldades de identificar ganhos operacionais

Assim como é difícil identificar os desvios, é difícil também identificar os ganhos operacionais, certo? Se a sua empresa não conta com um sistema de monitoramento de estações de trabalho, a gestão de ganhos operacionais fica limitada.

Você certamente sabe o quanto é importante acompanhar os KPIs do seu negócio. Essa mensuração fica muito fácil com um sistema que possibilite o registro das atividades dos colaboradores, trazendo relatórios prontos sobre a produtividade deles.

5. Você tem dificuldades de mensurar processos

Você tem poucas informações a respeito dos processos da sua empresa que permitam fazer uma análise estratégica? Um sistema de monitoramento de estações de trabalho registra dados imprescindíveis para a gestão de colaboradores, como o tempo efetivamente dedicado ao trabalho.

Com dados como esse em mãos, sua empresa tem a possibilidade de mensurar melhor os resultados de cada um dos processos e também de planejar estratégias que tornem esses resultados ainda melhores.

6. A força de trabalho está subutilizada

Será que você está aproveitando todo o potencial da sua equipe? É comum que colaboradores acabem dedicando muito tempo do dia para atividades que não condizem com o trabalho. Isso até mesmo sem perceberem. Deixam um site de conteúdo pessoal aberto, olham com frequência as redes sociais, entre outras atividades como essas.

Com um sistema de monitoramento de estações de trabalho, é possível mensurar quanto tempo da jornada é dedicada efetivamente ao trabalho e quanto é usado para tarefas pessoais. Dessa forma, fica mais fácil pensar em maneiras de tornar esses colaboradores mais produtivos, seja com normas que determinem intervalos específicos para uso pessoal ou ainda bloqueando os sites e as aplicações que têm “roubado” o tempo dos colaboradores.

7. Os colaboradores têm desvios de comportamento

Sua empresa tem normas de segurança da informação, mas frequentemente os computadores são infectados por vírus, por exemplo? É preciso identificar quais são os desvios de comportamento dos colaboradores que estão permitindo essa vulnerabilidade dos dados da empresa.

Pode ser que os colaboradores estejam acessando sites suspeitos ou mesmo abrindo e-mails de remetentes desconhecidos. Levante essas informações facilmente com a ajuda de um sistema de monitoramento de estações de trabalho. Ao descobrir quais são esses desvios de comportamento, novas atitudes podem ser tomadas para evitá-los.

Conheça o sistema de monitoramento de estações de trabalho fSense

O fSense é uma plataforma que registra todas as atividades dos computadores dos colaboradores. Dessa forma, é possível obter informações estratégicas que ajudam na gestão da empresa.

A ferramenta possui funcionalidades como a linha do tempo, que apresenta de maneira gráfica a produtividade dos colaboradores, indicando diariamente quanto tempo ele dedicou para atividades do trabalho e quanto tempo ele dedicou para atividades pessoais. Há ainda a possibilidade de registrar screenshots da tela para identificar algum desvio de comportamento, por exemplo.

Saiba mais sobre o fSense. Experimente-o gratuitamente por 15 dias em até 10 estações de trabalho.

Saiba por que é importante categorizar sites e aplicações para controle de acesso

Controle de acesso: por que categorizar sites e aplicações?

Encontrar o equilíbrio entre apenas orientar e proibir o acesso a determinados sites e aplicações no ambiente de trabalho é uma tarefa complicada. Afinal, o clima organizacional também deve ser uma preocupação da empresa e tomar decisões como o controle de acesso à internet pode ser negativo em algumas atividades.

O colaborador deve entender que, mesmo havendo a possibilidade de acessar a internet para uso pessoal, ele não deve fazer isso o tempo todo. Ao gestor, cabe a tarefa de encontrar a melhor forma de fazer com que o colaborador entenda e respeite essa regra. Pensando assim, qual deve ser o limite do controle de acesso?

Neste artigo, trouxemos alguns pontos que a sua empresa deve considerar para criar uma política de controle de acesso à internet.

O que considerar para determinar o controle de acesso à internet na empresa?

Tenha bom senso

Antes de tudo, é preciso avaliar qual é a real necessidade do acesso livre à internet para os colaboradores.

É claro que o bom senso deve ser o primeiro recurso a ser usado antes de tomar qualquer decisão, não apenas por parte dos gestores, mas também por parte dos colaboradores.

O bom senso deve prevalecer entre os empregados para saberem que, durante o expediente, não devem realizar atividades pessoais na internet.

Mas, se o colaborador precisa checar algum e-mail ou rede social, por exemplo, é importante que saiba ter equilíbrio. Já o hábito de utilizar serviços de e-mail pessoal e comunicadores instantâneos, acessar redes sociais e sites de conteúdo indevido, ao mesmo tempo em que realiza ou deveria estar realizando as atividades relacionadas ao trabalho, precisa ser monitorado.

Crie uma cartilha de diretrizes

Definidas as reais necessidades de acesso à internet por parte dos colaboradores, o ideal é criar uma cartilha de diretrizes com as boas práticas de acesso à internet na empresa.

Dessa forma, fica claro ao colaborador o quê, quando e de que forma ele pode usar a internet para fins pessoais. Além disso, o empregador mantém o direito de monitorar e penalizar, caso os limites sejam excedidos.

Assim, evita-se desentendimentos ou colaboradores desinformados, o que é especialmente importante em empresas com grande número de colaboradores.

Use uma ferramenta de monitoramento de estações de trabalho

Outra importante decisão que a empresa precisa tomar quanto ao controle de acesso à internet é o monitoramento. Antes de restringir o acesso, é necessário conhecer o comportamento dos colaboradores, entender qual é a frequência de acessos a sites e aplicações que não condizem com as atividades e avaliar a relevância de bloquear esses acessos.

Por isso, é indispensável o uso de uma ferramenta de monitoramento de estações de trabalho, que facilitem essa análise. O fSense é uma plataforma que permite ao gestor acompanhar todas as atividades realizadas pelos colaboradores em seus computadores.

Para facilitar o acompanhamento, o fSense tem como funcionalidade a categorização de sites e aplicações. Dessa forma, o gestor tem a possibilidade de determinar quais sites e quais aplicações são de:

  • uso pessoal;
  • uso pessoal não aprovado;
  • uso de trabalho;
  • uso de trabalho não aprovado.

Além disso, a ferramenta identifica o tempo em que o colaborador ficou ocioso.

A plataforma apresenta essas informações referentes a cada um dos colaboradores e ainda cruza os dados para que o gestor tome as decisões mais acertadas para o perfil da empresa.

Por exemplo, se a maioria dos colaboradores usa tempo demais em sites e aplicações categorizados como de “uso pessoal”, talvez seja o momento de a empresa estabelecer um intervalo específico para esses acessos.

Ou, se os colaboradores praticamente não usam sites e aplicações categorizados como “uso pessoal não aprovado”, tomar a decisão de bloqueá-los pode ser considerada radical e prejudicar o clima organizacional.

Por outro lado, se o gestor identifica que o acesso a sites e aplicações categorizados como “uso pessoal” e “uso pessoal não aprovado” é abusivo, então pode enxergar a necessidade de aplicar penalidades disciplinares e advertências e até mesmo de demitir por justa causa. Isso desde que tudo esteja estabelecido no contrato e que a empresa tenha como comprovar o desrespeito do colaborador perante as regras estabelecidas.

Dessa forma, o fSense funciona como um auxílio para que o controle de acesso à internet na empresa seja feito de forma a tornar o ambiente de trabalho mais agradável para os colaboradores e também mais produtivo para a empresa.

Teste o fSense gratuitamente na sua empresa

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Entenda por que dados de monitoramento são importantes para um plano de ação

Por que dados de monitoramento são importantes para um plano de ação?

Os dados são muito importantes para que qualquer empresa, independentemente do seu tamanho e do seu segmento de mercado, desenvolva um plano de ação. Afinal, eles fornecem informações que permitem aos gestores tomarem nota sobre fatores desconhecidos, além de nortear o alcance de resultados.

Quando a empresa tem conhecimento sobre determinados dados, ela é capaz de obter informações confiáveis e com embasamento para desenvolver estratégias e tomar decisões assertivas.

A coleta de dados permite à empresa realizar planejamentos, análises, experimentações, direcionamentos e estudos de melhor qualidade, que influenciem positivamente os seus resultados. Sendo assim, a coleta de dados torna-se um importante passo para um plano de ação da empresa.

Por que a sua empresa precisa de um plano de ação?

Um plano de ação é uma forma organizada e que segue uma metodologia para definir metas e objetivos para a empresa. Dessa forma, ele deve estipular as atividades que devem ser realizadas e apontar os responsáveis por desenvolver cada uma delas e por acompanhar o andamento do projeto, garantindo que a empresa alcance os melhores resultados.

Na verdade, todos os gestores, em algum momento, precisam se dedicar na criação de um plano de ação para um melhor planejamento de trabalho em equipe.

O maior desafio de fazer um plano de ação está em conseguir mostrar a importância dele para os colaboradores e mantê-los engajados para que realmente aceitem as deliberações e contribuam para o sucesso da operação.

É principalmente por esse motivo que é tão necessário contar com dados que justifiquem aos colaboradores a necessidade do plano de ação e indiquem como eles podem contribuir para a conquista de resultados que a empresa espera.

Qual é a importância dos dados para o sucesso de um plano de ação?

Com a coleta de dados, a empresa tem a possibilidade de desenvolver um plano de ação assertivo e estratégias que melhorem seus processos internos.

O avanço da tecnologia permitiu que fossem criadas ferramentas capazes de, mais do que coletar dados, estruturá-los, analisá-los e fornecer resultados pertinentes à empresa. Dessa forma, a organização tem a possibilidade de realizar um plano de ação fundamentado para fornecer oportunidades, resoluções e uma melhor tomada de decisões.

Dados sobre desempenho, qualidade e agilidade de entregas, satisfação dos colaboradores, eficiência dos departamentos, clima organizacional, atendimento ao cliente, nível de produtividade, entre outros, podem ser facilmente obtidos por meio de um sistema de monitoramento de estações de trabalho.

Identificação de hábitos e comportamentos nocivos aos objetivos da empresa

A partir desses dados de monitoramento, o gestor consegue identificar comportamentos de determinados colaboradores que possam ser adotados por toda a equipe, hábitos que podem estar sendo prejudiciais à segurança da empresa e que precisam ser repreendidos e até mesmo a necessidade de treinamentos específicos, que abordem exatamente as atividades corriqueiras dos colaboradores. Ou seja, são detalhes que os gestores só poderiam saber por meio da coleta de dados de monitoramento das estações de trabalho.

Melhoria da alocação de recursos financeiros

Além disso, os dados de monitoramento fornecem informações para que a empresa utilize da melhor forma seus recursos financeiros. Muitas vezes, há atividades que podem ser automatizadas, por exemplo. Com o monitoramento, os gestores têm condições de identificar essas atividades e, consequentemente, reduzir custos da empresa. Ao evitar gastos desnecessários, a empresa também minimiza os riscos de falência.

Quais outros dados de monitoramento a empresa pode obter para um plano de ação?

Produtividade por trabalho entregue

O monitoramento de estações de trabalho permite que os gestores conheçam a produtividade pela entrega de trabalhos, o que dá uma visão muito mais assertiva do rendimento dos colaboradores e do quanto eles estão produzindo durante o expediente.

Em operações de vendas, por exemplo, é comum as empresas estabelecerem metas para os colaboradores. A partir dos dados extraídos do monitoramento de cada colaborador, é possível até mesmo criar metas individuais, de acordo com os números que cada membro da equipe é capaz de atingir.

Além disso, o monitoramento também possibilita acompanhar dia a dia após a meta ser estabelecida. É possível analisar a produtividade diária de cada colaborador, saber se ele se empenha diariamente ou se deixa para buscar resultados só quando o prazo está perto de vencer, entre outras informações.

Assim, o gestor pode fazer ajustes na estrutura, no processo ou até mesmo na própria meta. Tudo isso com base em dados que realmente mostram o que está acontecendo.

Horas produtivas

Em trabalhos que não são operacionais, embora exista um processo e certa padronização, os produtos resultantes dessas atividades são mais subjetivos e difíceis de serem mensurados por volume de entrega. Afinal, um pode exigir mais tempo que o outro. Nesses casos, é possível utilizar como métrica o número de horas produtivas em determinado período.

Pela legislação brasileira, um colaborador registrado pela Consolidação de Leis Trabalhistas (CLT) pode trabalhar até 8 horas por dia e 44 horas por semana. A empresa pode estabelecer uma meta de 85% de aproveitamento do expediente, o que dariam 37 horas semanais, aproximadamente. Dessa forma, esse seria o tempo mínimo que cada colaborador teria que preencher com atividades produtivas.

Para mensurar as horas produtivas, basta contar com um sistema de monitoramento que registre as atividades dos colaboradores, possibilitando ao gestor acompanhar o atingimento das metas.

Instale um sistema de monitoramento gratuitamente

Para ter acesso a todas essas vantagens a partir da coleta de dados, conte com o fSense, um sistema de monitoramento de estações de trabalho que registra tudo o que se passa nos computadores da sua equipe. Experimente o fSense por 15 dias grátis em até 10 estações de trabalho.

Conheça os resultados que a sua empresa pode alcançar com o fSense

fSense: conheça os resultados que a sua empresa pode alcançar

Produtividade é o foco quando se pensa em fSense. O sistema de monitoramento em nuvem foi desenvolvido para coletar informações sobre as atividades dos colaboradores da empresa em suas estações de trabalho e, assim, fornecer dados sobre o comportamentos deles centralizados em um dashboard.

Mas a produtividade não é o único resultado que a sua empresa pode alcançar com o uso do fSense. Neste artigo, conheça os principais benefícios que o seu negócio pode ter com a instalação da ferramenta.

5 resultados que a sua empresa pode alcançar com o fSense

1. Segurança de dados da empresa

Além de mensurar a produtividade do time, o fSense é capaz de verificar se as regras de segurança definidas pela empresa estão ou não sendo sumpridas.

Por meio do dashboard do fSense, o gestor pode categorizar sites e aplicativos em quatro categorias: “Uso de Trabalho”, “Uso de Trabalho Não Aprovado”, “Uso Pessoal” e “Uso Pessoal Não Aprovado”.

Dashboard fSense

Com essa classificação, é possível, por exemplo, categorizar o acesso ao domínio “www.facebook.com” e ao aplicativo WhatsApp como “Uso Pessoal Não Autorizado”. Já o Excel e o Word podem ser categorizados como “Uso de Trabalho”.

Dessa forma, em poucos cliques, o gestor acompanha se o seu colaborador home office está utilizando ferramentas relacionadas ao trabalho ou se está se distraindo com conteúdos pessoais que não são pertinentes à realização das suas tarefas.

O fSense também possibilita ver quanto tempo cada colaborador passou em determinado site ou aplicativo. Dessa forma, fica muito mais fácil aferir a produtividade individual dos colaboradores e identificar possíveis gaps nos processos de trabalho.

2. Tomadas de decisões melhores com o fSense

Um dos grandes benefícios do fSense é poder tomar decisões mais assertivas e, não, baseadas em “achismos”. As informações fornecidas pelo sistema dão ao gestor uma visão mais clara sobre a produtividade dos colaboradores.

Assim, qualquer alteração que seja necessária para garantir melhores resultados passa a ter base fundamentada em dados, o que também aumenta a chance de alcançar as metas definidas e, inclusive, tornar a empresa mais lucrativa.

3. Mais produtividade de colaboradores home office

O home office, modelo de trabalho em que o colaborador exerce suas funções em casa, está cada dia mais popular entre as empresas, principalmente pela economia em infraestrutura que é gerada com a adoção desse formato.

No entanto, manter colaboradores trabalhando a distância, fora do ambiente físico da empresa, é um desafio do ponto de vista da produtividade. Algumas organizações ainda têm receio de adotar esse modelo de trabalho justamente pela dificuldade de medir a performance do colaborador home office.

Mas, com o fSense, essa tarefa deixa de ser um problema. Como o sistema registra todas as ações do computador do colaborador, fica mais fácil analisar o seu aproveitamento, identificar comportamentos que não estejam de acordo com as políticas da empresa e fornecer dados concretos que sirvam como base para o gestor cobrar melhores resultados desse colaborador.

4. Adequação da empresa às políticas de compliance

O compliance é muito relevante para o contexto empresarial. Para alguns setores, é fundamental estar em conformidade com determinadas normas, seguindo à risca as orientações para se manter no mercado. Por isso, é importante contar com uma ferramenta que garanta que os colaboradores sigam as regras determinadas.

Para que um programa de compliance seja seguido com rigor, a empresa precisa ter métricas de desempenho bem definidas. Afinal, é preciso acompanhar os progressos e repensar aquelas estratégias que não tiveram bons resultados. Nesse ponto, o fSense auxilia na mensuração dessas métricas e na interpretação delas. O sistema, de fácil compreensão com dashboard intuitivo, ajuda o gestor a identificar falhas, reduzir riscos e aplicar as correções necessárias.

5. Acompanhamento do desempenho em tempo real

Ao instalar o fSense no computador de trabalho do colaborador, as informações sobre todas as atividades que ele realiza passam a ser registradas e enviadas para a conta online do gestor. No dashboard, é possível acompanhar esses dados em tempo real, seja no desktop ou no smartphone, bastando ter conexão à internet.

Nos cards, a ferramenta mostra informações de consumo rápido, como quantos computadores e aplicativos estão sendo monitorados, além de gráficos de atividades categorizadas, atividades por usuário, utilização de aplicações, acesso a websites, entre outros.

Dessa forma, com dados sempre disponíveis, o gestor pode mensurar em tempo real a produtividade da equipe, levantando quais são os colaboradores que ficam mais tempo ociosos e aqueles que realmente se empenham nas atividades.

Linha do tempo fSense

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Contratação de home office: as melhores práticas

Se você chegou até este artigo, provavelmente está pensando em começar a trabalhar com mão-de-obra remota ou aumentar a sua equipe remota, certo? Para isso, você tem que conhecer as melhores práticas para contratação de home office. Afinal, esse tipo de contratação deve ser realizada com tanta seriedade quanto a de cargos presenciais.

O que é home office?

Antes de começar a falar sobre as melhores práticas de contratação de mão-de-obra alocada, é preciso entender qual é a definição de teletrabalho – termo utilizado pela lei brasileira que abrange o modelo de home office.

Segundo a SOBRATT (Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades), teletrabalho é todo trabalho intelectual realizado a distância e mediado por tecnologias da informação e comunicação (TIC). Ou seja, teletrabalho é todo trabalho realizado fora das dependências da empresa com o auxílio de computadores, tablets, smartphones, etc.

Já o home office, especificamente, é todo tipo de teletrabalho realizado em domicílio com o apoio dessas tecnologias (também conhecidas como TIC).

Quais os benefícios do home office?

O teletrabalho, especialmente na modalidade home office, tem sido cada vez mais utilizado pelas empresas. Isso acontece porque o teletrabalho oferece diversos benefícios tanto às corporações quanto aos colaboradores.

Para a empresa

  • Redução de custos com aluguel e manutenção do espaço físico
  • Redução de índices de falta/atrasos de colaboradores
  • Maior produtividade por parte dos colaboradores
  • Reforça imagem da empresa associada à modernidade
  • Facilita a contratação e retenção de PCD (Pessoas com deficiência)
  • Melhora o clima organizacional
  • Melhora a retenção de bons funcionários
  • O controle do trabalho pode ser feito por entrega tarefas e não por tempo

Para o colaborador

  • Reduz os estresses provenientes do deslocamento até a empresa
  • Dinamiza a rotina de trabalho
  • Oferece mais flexibilidade na organização do tempo
  • Permite que o colaborador dedique-se mais a atividades de aperfeiçoamento e capacitação

Quais são as melhores práticas para contratação de home office?

Agora que você já sabe o que é home office e quais são seus benefícios, é hora de conhecer as melhores práticas para contratação desse tipo de mão-de-obra.

Seguir os termos legais para realizar a contratação

A primeira coisa a fazer antes de contratar colaboradores home office é compreender os termos legais envolvidos nisso. Com a Reforma Trabalhista, que está em vigor desde 11 de novembro de 2017, o teletrabalho foi regulamentado.

Isso quer dizer que agora existem leis a serem seguidas pela empresa e novas regras para a criação do contrato de teletrabalho. Portanto, horas extras, equipamentos e gastos com energia e internet e outros itens são considerados na nova lei trabalhista.

Para saber mais sobre isso, leia o artigo “Regularização do home office: o que muda com as novas regras trabalhistas“.

Avaliar o perfil dos colaboradores home office

Assim como acontece com contratações de modelos presenciais de trabalho, é preciso avaliar o perfil dos colaboradores que trabalharão no formato de home office. Avalie o seu comprometimento, histórico e perfil profissional através de uma entrevista que pode ser feita via Skype, por exemplo.

Alinhe responsabilidades tanto com os gestores quanto candidatos às vagas de home office

Antes de efetuar a contratação, deixe claro como funcionará o trabalho. Se a sua empresa irá monitorar o tempo de trabalho do colaborador de alguma maneira, deixe isso claro desde o momento da entrevista.

Alinhe tanto com os gestores de equipes quanto com quem poderá fazer parte dela a maneira como eles serão cobrados. Alinhe também o número de reuniões, se elas serão presenciais ou via Skype, se a presença do colaborador será cobrada na empresa em alguma situação, quais são os indicadores que definem a produtividade do colaborador e metas que ele deve atingir.

Enfim, o importante é estabelecer critérios e regras para que o trabalho funcione da melhor maneira e todos os envolvidos estejam cientes de suas responsabilidades.

Possuir infraestrutura para gerir o trabalho home office

Para gerir o trabalho home office e garantir a proteção dos dados da sua empresa, você deve possuir infraestrutura tecnológica. Assim, como a mediação do trabalho se dá através das TIC, é mais do que importante possuir ferramentas que permitam comunicação de qualidade entre empresa e colaborador.

É importante também investir na segurança dos seus dados. Para isso, existem várias opções de armazenamento de dados em nuvem que permitem acesso remoto por parte dos seus colaboradores e garantem mais proteção às suas informações.

Um processo de help desk e apoio aos colaboradores home office é fundamental. Afinal, podem surgir problemas com ferramentas e instrumentos utilizados pelos colaboradores e resolvê-los com agilidade deve ser uma prioridade para sua empresa.

Para aumentar a produtividade, também pode ser interessante investir em softwares de monitoramento para avaliar o desempenho de cada colaborador e assim mensurar seu nível de envolvimento com o trabalho.

Feedbacks constantes por parte dos gestores e acompanhamento detalhado das tarefas realizadas pelo colaborador home office também são aliados importantes para melhorar a entrega de resultados.

E as melhores práticas para aumentar a produtividade dessa equipe?

Nesse artigo, falamos sobre como você deve guiar a contratação de home office na sua empresa. Mas, se quer saber mais sobre aumento da produtividade desse time, recomendamos que leia o mapa visual: “Aumente em 100% a produtividade da sua equipe home office” e saiba tudo que precisa para ter uma equipe super produtiva!

O que muda no home office com a reforma trabalhista

Regularização do home office: o que muda com as novas regras trabalhistas

Em dúvida sobre as mudanças que a reforma trabalhista trouxe para o home office? Esse modelo de trabalho, em que o colaborador pode trabalhar remotamente, vinha sendo praticado há anos na informalidade e agora empresas como a sua têm respaldo na lei para aplicá-lo. Em vigor desde 11 de novembro de 2017, as novas regras trabalhistas trouxeram a regularização do home office.

Neste artigo, reunimos as principais alterações e quais são as consequências dela para as empresas. Entenda como cada uma delas contribui para a regularização do home office.

6 mudanças no home office após a reforma trabalhista

1. Infraestrutura

Com as novas regras trabalhistas, ficam a cargo da empresa os gastos necessários à realização dos serviços em home office caso o contratado não possua equipamento necessário ou não queira disponibilizá-lo.

Isso quer dizer que deve estar em contrato escrito a responsabilidade pela aquisição, manutenção ou fornecimento dos equipamentos tecnológicos e da infraestrutura necessária e adequada à prestação do trabalho remoto, bem como ao reembolso de despesas arcadas pelo empregado.

Continua sendo um consenso que o trabalhador é responsável pelos custos não mensuráveis de maneira direta, como água, luz e espaços utilizados da residência do próprio trabalhador.

2. Horários e produtividade

O controle do trabalho em home office deve ser feito por tarefas e, não, por hora trabalhada. A lei passou a reconhecer que controlar o horário do trabalhador em home office não é necessário. O que a empresa precisa observar é a produtividade desses colaboradores. Além disso, o home office possibilita mais flexibilidade ao colaborador, que pode trabalhar a qualquer hora, sem perder tempo com deslocamento, por exemplo.

Dessa forma, a empresa não tem a necessidade de pagar horas extras, a não ser que o monitoramento da atividade seja exigido. Algumas atividades demandam o monitoramento em tempo real do trabalho do colaborador. Nesses casos, as empresas optam por instalar um software de monitoramento no equipamento usado pelo colaborador para acompanhar sua produtividade e avaliar a necessidade do pagamento de horas extras.

3. Segurança da informação

Para trabalhar em home office, o colaborador precisa ter cuidado redobrado quanto às informações sigilosas da empresa. Mas é responsabilidade da empresa a instalação e a atualização de softwares nos dispositivos usados pelo colaborador.

É preciso criar políticas de acesso individualizadas, com várias ferramentas de controle de acesso e identificação. Para que não haja vulnerabilidades em relação aos dados da empresa, o ideal é focar na segurança dos dados e, não, no dispositivo, já que o colaborador pode estar com software de segurança desatualizado ou o dispositivo pode ser roubado, por exemplo.

4. Tecnologias móveis e de monitoramento

As tecnologias móveis e de monitoramento são essenciais para viabilizar o trabalho em home office. Os dispositivos móveis é que possibilitam que o colaborador trabalhe fora das dependências da empresa, podendo levar sua ferramenta de trabalho para qualquer lugar.

Da mesma forma, as empresas devem contar com tecnologias de monitoramento, que permitem acompanhar o desempenho do colaborador a distância, observando a produtividade e cuidando da segurança dos dados. É por isso que, para que a empresa fique mais tranquila quanto ao trabalho sendo realizado remotamente, é importante investir em tecnologias que possibilitem esse controle.

5. Segurança do trabalho

A nova legislação passa a exigir que a empresa instrua os empregados, de maneira expressa e ostensiva, quanto às precauções a tomar a fim de evitar doenças e acidentes de trabalho.

Sendo assim, continua sendo responsabilidade da empresa zelar pela segurança do colaborador, ele trabalhando de casa ou nas dependências da empresa.

6. Vale alimentação e vale transporte

Nos casos em que o trabalhador, mesmo home office, tiver que se deslocar para a empresa, o vale transporte continua sendo devido.

Quanto ao vale alimentação, se essa for uma obrigação prevista em norma sindical, não poderá ser subtraída ou reduzida, a não ser que haja previsão na própria norma. Do contrário, o benefício deve ser mantido.

Caso o benefício seja uma decisão espontânea da empresa, a eliminação ou a redução desta poderá trazer uma diferenciação injusta para quem trabalha em home office. Por isso, é recomendado que a empresa avalie bem essa alteração.

As novas regras trabalhistas realmente trouxeram muitas alterações quanto ao home office, em especial o respaldo em lei para a sua aplicação. Esperamos que este artigo tenha te ajudado a compreendê-las mais facilmente.

Regularização do home office

Sugerimos que você leia também o artigo que trata sobre como o trabalho em home office pode ser interessante para a sua empresa. Muitas atividades podem ser desenvolvidas remotamente, não havendo a necessidade de o trabalhador se deslocar para a empresa. Descubra como você pode aproveitar essa possibilidade e trazer melhores resultados para o seu negócio.